Entre numa padaria em funcionamento em Montmartre para uma aula prática de panificação francesa com um padeiro profissional. Modele massas, faça croissants, prove pães fresquinhos direto do forno e ouça histórias que dão vida à arte da panificação parisiense. Leve para casa sua própria baguete e doces — além de lembranças que vão te fazer sorrir toda vez que sentir cheiro de pão quente.
Sim, a aula é dentro de uma padaria parisiense em funcionamento em Montmartre — não numa sala de aula.
O grupo é limitado a oito pessoas para garantir uma experiência mais íntima.
Você mesmo vai modelar a massa e assar pães e doces clássicos com a orientação do padeiro.
Um padeiro profissional francês ensina a oficina, compartilhando técnicas e histórias.
Sim, você vai provar vários pães e bolos clássicos ao longo da sessão.
Com certeza — você sai com sua baguete e croissants ou doces fresquinhos.
Não há almoço completo, mas as degustações de pães e bolos são generosas durante a aula.
Bebês podem participar, mas precisam ficar no colo de um adulto; transporte público fica perto para facilitar o acesso.
Seu dia inclui uma oficina interativa de panificação francesa dentro de uma padaria real em Montmartre, com instruções práticas de um padeiro especialista. Você vai provar vários pães e bolos clássicos durante a aula e ainda levar para casa sua baguete e croissants fresquinhos como lembrança comestível de Paris.
Sabe aquela sensação de entrar numa rua e ser recebido pelo cheiro quentinho de manteiga e pão? Foi assim que tudo começou pra mim em Montmartre — não como cliente, mas entrando por trás do balcão de uma padaria parisiense de verdade. O padeiro, Julien, já nos entregou os aventais na hora. Tentei amarrar o meu e quase me atrapalhei (ele sorriu e ajeitou pra mim), e logo estávamos com as mangas arregaçadas, mergulhados na farinha. Tem algo mágico em colocar as mãos numa massa de verdade — grudenta no começo, depois macia e viva — que faz você esquecer que está só de passagem por Paris.
Eu achava que só ia observar, talvez tirar umas fotos, mas não — estávamos abrindo massa de croissant, aprendendo a dobrar várias vezes até ela ficar sedosa nas mãos. O forno já estava quente, fazendo aquele barulho gostoso. Julien contou histórias enquanto trabalhava — parece que a baguete é tão séria aqui que tem até lei sobre como deve ser feita. Ele nos deixou provar pedaços do pain de campagne ainda quentinho; juro que nunca imaginei que pão pudesse ter um sabor assim. Alguém perguntou sobre a origem do croissant e ele riu (“Raiz austríaca! Mas não conta pra minha avó”).
O grupo era pequeno — só oito pessoas, então ninguém ficou perdido no meio da turma. Todo mundo colocou a mão na massa e trocou dicas (e algumas tentativas frustradas de falar “pâte feuilletée” direito). Teve um momento em que a luz do sol entrou pela janela iluminando nossas bandejas de doces — até hoje lembro desse brilho quando estou em casa cortando pão do supermercado. Saímos com nossas baguetes debaixo do braço (sim, de verdade) e sacolinhas com croissants folhados. Não esperava sentir um orgulho tão silencioso caminhando pela Rue Lepic com farinha nos sapatos.
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