Você vai navegar de Cannes até as enseadas selvagens das Ilhas Lérins em um barco privado, nadar em águas cristalinas e fazer snorkel entre peixes perto da Ilha Sainte-Marguerite. Aproveite petiscos e bebidas geladas no convés enquanto seu skipper local conta histórias sobre a história das ilhas. Risadas, ar salgado e aquela sensação rara de fuga que não dá para planejar.
Sim, máscaras e snorkels são fornecidos para todos os convidados durante o passeio privado.
É um passeio de meio dia explorando as Ilhas Lérins e as enseadas próximas.
Sim, um aperitivo com vinho, água, refrigerante e petiscos é servido a bordo.
Não precisa de experiência; o equipamento é fornecido e iniciantes são bem-vindos.
Não há serviço de busca no hotel; os convidados se encontram no ponto de partida em Cannes.
Crianças menores de 3 anos não são aceitas; fora isso, é adequado para todos os níveis de preparo físico.
Você vai explorar a Ilha Sainte-Marguerite e a Île Saint-Honorat na Baía de Cannes.
Sim, há uma taxa de €300 para o skipper, paga diretamente a bordo na saída.
Seu dia inclui uso de equipamentos para snorkel e stand-up paddle, um scooter subaquático para quem quiser experimentar, além do combustível para navegar entre as enseadas. Bebidas como vinho e refrigerante, além de petiscos leves, são servidos como aperitivo a bordo enquanto você relaxa após nadar ou explorar a Ilha Sainte-Marguerite — tudo guiado pelo seu skipper local antes de voltar para Cannes.
Não esperava que a água fosse tão transparente — parecia até coisa de filme, como se alguém tivesse aumentado as cores do Mediterrâneo. Mal saímos de Cannes, nosso skipper Jean-Luc (que conhece cada onda dessa baía) sorriu e apontou para a Ilha Sainte-Marguerite à frente. O ar salgado estava fresco e revigorante, e dava para sentir o cheiro dos pinheiros da costa antes mesmo de ancorarmos. Tentei não deixar meus óculos caírem no mar — quase aconteceu.
Fazer snorkel direto do barco foi meio estranho no começo (quem nunca ficou com o cabelo preso na máscara?), mas depois que me acostumei, flutuar sobre aquelas esculturas submersas virou quase hipnótico. Peixes passavam rápido, pequenos flashes prateados no azul. Minha amiga tentou stand-up paddle e caiu na água na hora; Jean-Luc só riu e lhe ofereceu um refrigerante. Tem algo mágico em ficar ali, só com o som das águas e o canto distante das gaivotas, que faz a gente esquecer que está tão perto da agitada Croisette em Cannes.
O aperitivo a bordo foi simples — rosé gelado, azeitonas, um pouco de queijo — mas, sinceramente, parecia mais gostoso que qualquer almoço chique que já tive. Talvez seja o ar do mar, ou só estar com gente que não liga se você ainda está molhado de nadar. Assistimos a luz do sol dançando na Île Saint-Honorat enquanto Jean-Luc contava sobre os monges que fazem vinho ali há séculos (ele diz que já provou — “não é ruim!”). Até hoje lembro daquela vista de Cannes enquanto navegávamos pela costa; tudo parecia mais suave. De verdade, faria esse passeio de barco privado só por essa sensação de estar num lugar tranquilo, quase secreto.

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