Você vai correr atrás dos huskies pela Lapônia nevada, deslizar num trenó de rena e curtir um churrasco típico ao redor da fogueira enquanto tenta ver a aurora boreal perto de Rovaniemi. O traslado do hotel está incluso para você não se preocupar em se perder no escuro do Ártico. Não é sobre perfeição — é sobre aqueles momentos únicos que ficam na memória.
A experiência completa dura cerca de 7 horas, incluindo o deslocamento.
Sim, o traslado de ida e volta do hotel ou acomodação está incluído.
Sim, você recebe chá quente, linguiça no pão, marshmallows para assar e chocolate Fazer.
Sim, há opções veganas se avisar com antecedência.
O passeio de husky tem 500 metros; o de trenó de rena, 400 metros.
Visitamos dois pontos para aumentar as chances, mas a aparição não é garantida.
O máximo é 8 participantes por carro, para uma experiência mais íntima.
Não é recomendado para gestantes.
Seu dia inclui traslado do hotel ou acomodação em Rovaniemi em uma van Mercedes-Benz ou Volkswagen (máx. 8 pessoas), encontro com huskies amigáveis e um curto passeio de trenó, visita às renas da Lapônia para um passeio tranquilo pelo bosque nevado, além de uma saída à noite para dois pontos de observação da aurora boreal, onde você vai aproveitar chá quente e um jantar típico da Lapônia ao redor da fogueira antes de voltar tarde da noite.
Não esperava que meus dedos ficassem dormentes tão rápido — mesmo com meias grossas. Mas, sinceramente, o frio em Rovaniemi é diferente. É cortante, mas tem um ar meio puro, sabe? Nosso guia, Olli, me entregou uma caneca de chá quente logo que encontramos os huskies. Eles latiam e uivavam como se estivessem esperando a gente o dia todo. O safari de husky foi curto (uns 500 metros?), mas rápido o suficiente para eu levar neve nos cílios e rir alto. Olli disse que os cães amam correr mais que tudo — dá pra ver isso no olhar deles.
Depois, conhecemos o time das renas. Elas são mais calmas do que eu imaginava — quase tímidas. Tinha uma com um chifre meio torto que ficava cheirando minha luva; tentei dizer “kiitos” mas acho que falei errado (Olli sorriu mesmo assim). O passeio de trenó foi mais tranquilo, deslizando por entre pinheiros cobertos de geada. Só dava pra ouvir o barulho do trenó na neve e nossa respiração no ar gelado. Terminamos antes do meio-dia e deu tempo de escolher: voltar pro hotel ou ir para a Vila do Papai Noel à tarde (escolhi a Vila, porque... quando mais?).
A verdadeira magia veio à noite. Olli nos buscou de novo depois do anoitecer — que aqui é tipo depois das 15h — e nos levou para longe das luzes da cidade. Paramos primeiro num lago congelado; tinha um silêncio estranho, como se até o ar estivesse esperando algo. Enquanto esperávamos a aurora (sem garantia), ele assou linguiças numa fogueira dentro de uma cabana de madeira. A fumaça misturava com o ar frio e alguém passou chocolate Fazer — sério, só essa parte já valia a pena. As luzes apareceram timidamente atrás das nuvens, faixas esverdeadas que se moviam tão devagar que quase não percebi no começo.
Até hoje penso naquele momento: ali, perto do fogo, bochechas queimando de frio e calor ao mesmo tempo, vendo estranhos virarem amigos enquanto a gente espiava o céu junto. Nem tudo saiu perfeito (meu celular morreu de frio no meio do passeio), mas talvez seja isso que deixou tudo tão real.
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