Você vai sentir a adrenalina pura ao deslizar pelas maiores tirolesas de Fiji perto de Nadi, voar sobre cânions verdes com vista para o mar e depois se refrescar explorando cavernas antigas de calcário com um guia local. Inclui transfer, almoço, todo o equipamento e muitas risadas — além de momentos que vão ficar com você muito depois de voltar ao hotel.
O parque fica a cerca de 35 minutos de carro de Nadi.
Sim, o transfer de ida e volta de hotéis selecionados está incluso.
São 16 tirolesas gigantes cruzando cânions e montanhas.
Sim, o almoço faz parte do passeio.
Crianças a partir de 5 anos podem participar, desde que estejam confiantes e com a ajuda dos guias.
Use roupas confortáveis e calçados fechados; o equipamento de segurança é fornecido no local.
Sim, há uma visita guiada às cavernas de calcário durante o tour.
Não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas cardiovasculares.
Seu dia inclui transporte com ar-condicionado, transfer de ida e volta dos hotéis selecionados em Nadi, todo o equipamento de segurança para tirolesa e exploração das cavernas, guia local profissional contando histórias, entradas inclusas e almoço servido antes do retorno à tarde ou à noite, conforme o horário escolhido.
Não esperava sentir aquele frio na barriga antes mesmo de sair da plataforma — mas lá em cima, em Nadi, olhando para o verde denso das árvores e aquele brilho do mar lá longe, bateu forte. Nosso guia, Saki, sorriu e falou para eu me jogar e confiar no equipamento. Ouvi pássaros lá embaixo e o vento começou a soprar — não frio, mas o suficiente para minha camisa esvoaçar nos braços. A primeira descida foi pura adrenalina; gritei algo (nem sei o quê) e voei sobre o vale tão rápido que meus olhos lacrimejaram.
O percurso é enorme — 16 tirolesas cruzando cânions e aquelas árvores vesi antigas que o Saki mostrou. Ele contou que estão ficando raras porque os locais usam para fazer tigelas de kava. Deslizamos lá do alto, de onde dava para ver o mar, e depois mais perto do chão, onde o cheiro era úmido e terroso. Teve um momento numa parte mais lenta em que dava para ouvir só a própria respiração — só o vento, umas risadas atrás de mim, e silêncio absoluto por um instante.
Depois de tanta emoção, entramos numa caverna de calcário que parecia de outro mundo. O ar fresco bateu no meu rosto na hora (que alívio depois de suar dentro do capacete). As paredes eram ásperas ao toque — meio como giz — e o grupo ficou quieto, só o Saki contando histórias sobre espíritos que vivem nessas cavernas. O almoço depois caiu ainda melhor; talvez fosse só fome, ou talvez seja algo especial comer junto depois de tanto gritar lá em cima da floresta. Mas aquelas vistas continuam na minha cabeça...
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