Embarque em um barco espaçoso em Wrightsville Beach e navegue por ilhas desertas com um guia local que conta histórias de piratas e mostra a vida selvagem. Deslize pela duna de Money Island, caminhe pela praia intocada de Masonboro em busca de conchas e, se tiver sorte, veja golfinhos no caminho de volta.
O passeio dura cerca de 2 horas do início ao fim.
Sim, o passeio inclui pelo menos uma parada em uma ilha desabitada — geralmente Money Island e Masonboro, se o tempo permitir.
Sim, o Carolina Runner tem banheiros modernos disponíveis durante o passeio.
Sim, água mineral está inclusa para todos os passageiros.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir no carrinho durante o tour.
Sim, animais de serviço são aceitos a bordo do Carolina Runner.
É possível avistar golfinhos, pelicanos, caranguejos, gaivotas e outras espécies marinhas.
Sim, há uma rampa que facilita o desembarque em cada parada nas ilhas.
Seu dia inclui água mineral para todos a bordo, uso de banheiros modernos durante as 2 horas de passeio e acesso fácil pelas rampas para explorar Money Island ou Masonboro Island antes de voltar para Wrightsville Beach a tempo de ver o pôr do sol nos píeres.
“Você já tentou deslizar por uma duna?” Foi assim que nosso guia, Mark, começou enquanto embarcávamos no Carolina Runner em Wrightsville Beach. O clima estava úmido, daquele jeito quente típico da Carolina do Norte, mas a brisa vinda da água refrescava. Não esperava que o barco tivesse luzes de festa (felizmente desligadas ao meio-dia) nem uma rampa tão prática — nada de subir de forma desajeitada na frente de todo mundo. Éramos umas vinte pessoas, principalmente famílias e um casal que trouxe o cachorro no carrinho. Mark passou garrafinhas de água e apontou os pelicanos voando baixo sobre os manguezais enquanto navegávamos rumo a Money Island.
Eu já tinha ouvido histórias do Capitão Kidd escondendo tesouros por ali — e o Mark contou tudo com o drama certo para quase fazer a gente acreditar. A duna de areia é enorme; algumas crianças logo começaram a correr morro acima e deslizar sentadas, jogando os sapatos para o lado. Eu só sentei um pouco, enterrando os dedos na areia quente e ouvindo as gaivotas brigando lá no alto. O cheiro de sal e um toque de mato vindo do mangue estavam no ar. Tentei falar “Masonboro” do jeito que o Mark falava (May-zun-burr-uh?), mas ele riu — acho que meu sotaque não tem jeito.
Depois seguimos para Masonboro Island. O lugar é selvagem — sem construções, só uma faixa longa onde o mangue encontra o mar. Tivemos uns 30 minutos para explorar; achei duas conchas gigantes que até hoje me arrependo de não ter levado. Alguns entraram na água até o joelho, outros ficaram só observando os caranguejos correndo entre os pés. No caminho de volta, todo mundo ficou em silêncio quando os golfinhos apareceram ao lado do barco — ninguém correu para pegar o celular, e isso diz muito hoje em dia. O sol já começava a se pôr atrás dos píeres quando chegamos. Fico pensando naquele silêncio com os golfinhos até agora.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?