Você vai entrar nas águas rasas de Waikiki com um guia local que mantém o clima leve e seguro — mesmo se for sua primeira vez no snorkel. Espere ver peixes coloridos pertinho dos seus pés, ganhar fotos e vídeos grátis para guardar, e ter todo o equipamento incluso para não se preocupar com nada. Pode apostar que vai sair pensando na paz que sentiu sob as ondas iluminadas pelo sol.
Sim, é feito para todos os níveis, incluindo iniciantes e famílias.
A água é rasa, com no máximo 1,5 metro de profundidade.
Sim, você recebe fotos personalizadas e um vídeo compilado sem custo extra.
A aula é em Waikiki, dentro de uma Área de Conservação Marinha.
Todo o equipamento é fornecido: snorkel, máscara, sapatilhas aquáticas (tamanhos 3 a 13), macarrão flutuante ou cinto.
Você pode usar suas sapatilhas; as nadadeiras são recomendadas só para snorkelistas experientes.
Não há transporte, mas a maioria dos hóspedes consegue ir a pé do hotel em Waikiki.
O grupo é limitado a 14 pessoas por sessão.
Seu dia inclui uso do equipamento de snorkel (máscara, sapatilhas, acessórios de flutuação), fotos e vídeo personalizados enviados depois do passeio, além do acompanhamento de um instrutor local em Waikiki — sem precisar de transporte extra ou aluguel de equipamentos.
Já estávamos com os pés enterrados na areia fina quando a Lynne distribuiu os snorkels — ela tem um jeito de fazer você se sentir como se estivesse com uma amiga que conhece cada peixe pelo nome. Confesso que não esperava a água tão cristalina bem aqui em Waikiki. O vento trazia aquele cheiro de protetor solar misturado com um toque de algas, e logo estávamos flutuando, com o rosto na água, vendo os peixinhos amarelos nadando perto dos nossos joelhos. A profundidade não passava de um metro e meio, então até minha prima, que não sabe nadar direito, estava sorrindo atrás da máscara.
A Lynne ficava de olho na gente, avisando quando algum peixe diferente aparecia — “Olha pra esquerda! Peixe ídolo-mourisco!” — e eu tentava repetir, mas acho que falei tudo errado. Ela riu mesmo assim. O grupo era pequeno, umas oito ou nove pessoas, o clima era tranquilo, nada de pressa. Ela tirou várias fotos enquanto a gente boiava, às vezes até esbarrando um no outro porque alguém apontava animado para um peixe-papagaio. Gostei que não tinha pressão para saber nadar bem; se quisesse, tinha até macarrão flutuante ou cinto de segurança para ajudar.
Ainda lembro daquele momento em que tudo ficou silencioso, só o som da minha respiração pelo snorkel — sombras de peixes passando sobre as pedras e a luz do sol dançando na superfície. No final, a Lynne mandou para a gente vídeos e fotos grátis (meu cabelo estava uma bagunça, mas tudo bem). Se você quer um passeio de snorkel em Waikiki sem precisar ir até Hanauma Bay ou enfrentar multidões, essa é a pedida. Eu faria de novo só por aquela sensação estranha de paz debaixo d’água.
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