Você vai deslizar sob a Perrine Bridge em um passeio guiado pelo Snake River Canyon, vendo corajosos saltarem enquanto passa por penhascos vulcânicos rumo a Pillar Falls. Se o rio estiver baixo, dá para pisar nas ilhas rochosas ou simplesmente curtir o som da água caindo e as risadas ao longe. Água mineral e todo o equipamento de segurança estão inclusos — só traga sua curiosidade (e talvez umas sapatilhas de água).
O passeio dura cerca de 70 a 90 minutos, dependendo das condições do rio.
O passeio começa no Centennial Waterfront Park, em Twin Falls, Idaho.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; podem ir no carrinho ou no colo de um adulto.
Sim, é possível nadar perto de Pillar Falls em julho e agosto, quando o nível do rio está baixo e seguro.
Sim, coletes salva-vidas de todos os tamanhos estão disponíveis para todos os participantes.
Recomenda-se usar sapatilhas de água ou sandálias com tiras se quiser pisar nas pedras em Pillar Falls.
Sim, animais de serviço são aceitos a bordo.
Sim, há opções de transporte público próximas ao local.
Seu dia inclui um passeio guiado de barco com capitães certificados saindo do Centennial Waterfront Park em Twin Falls, água mineral para todos a bordo e coletes salva-vidas em todos os tamanhos para você não se preocupar com equipamentos — só não esqueça o maiô ou sandálias se quiser explorar ou nadar em Pillar Falls durante o verão.
Não esperava ouvir risadas ecoando pelas paredes do cânion antes mesmo de sairmos do Centennial Waterfront Park — mas foi assim que começou nosso passeio de barco pelo Snake River Canyon. Nosso guia, Jake, nos recebeu com um sorriso fácil e uma história sobre a primeira vez que viu alguém saltar de BASE da Perrine Bridge (ele jura que quase deixou o sanduíche cair). A ponte parecia incrivelmente alta vista da água, especialmente quando uma pequena figura pulou de repente e desceu flutuando como se fosse nada. Só de olhar senti o estômago apertar.
Naquela manhã, o rio brilhava com um tom esverdeado e tranquilo — não estava gelado, mas dava pra sentir o cheiro da pedra molhada e dos álamos enquanto deslizamos. Jake apontava as antigas camadas vulcânicas nas paredes do cânion; eu fingia entender mais de geologia do que realmente sei. Passamos por alguns pescadores acenando da margem, com seus cachorros latindo para a gente como se fôssemos intrusos. Tem algo em ver um lugar pelo rio que faz tudo parecer ao mesmo tempo maior e menor.
Chegar perto de Pillar Falls foi mais silencioso do que eu imaginava — só dava pra ouvir o som da água batendo nas pedras e, às vezes, o barulho das sandálias no chão do barco. Em julho e agosto, quando o rio está mais baixo, dá para pisar nessas ilhas rochosas estranhas (Jake chamou elas de “os pilares”, claro) e explorar por ali. As pedras são ásperas, então vale levar aquelas sapatilhas de água que recomendam. Algumas crianças pularam para nadar; eu pensei em entrar, mas acabei desistindo no último minuto. Ainda fico imaginando a água fresca batendo no rosto.
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