Você vai explorar Taos com o artista Sam Richardson, ouvindo histórias de Kit Carson e Mabel Dodge Lujan enquanto percorre ruas históricas onde lendas viveram — e às vezes morreram. Prepare-se para momentos espontâneos, um mergulho no mundo da arte e conversas reais que nenhum guia de turismo oferece.
Sim, todas as áreas e superfícies deste passeio privado são acessíveis para cadeirantes.
O passeio é guiado por Sam Richardson—artista, escritor, guia e contador de histórias muito conhecido em Taos.
Sim, você ouvirá histórias sobre Kit Carson, Padre Martinez, R.C. Gorman, Mabel Dodge Lujan e outros.
A duração exata não é especificada, mas cobre vários pontos importantes no centro de Taos, todos acessíveis a pé.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir em carrinhos durante o passeio.
Sim, animais de serviço são permitidos em toda a rota.
Não inclui refeições; porém, seu guia pode oferecer petiscos espontâneos ou indicar bons lugares para comer pelo caminho.
Seu dia inclui uma caminhada narrativa privativa por Taos com o artista Sam Richardson—explorando história local, cultura, galerias como a de R.C. Gorman, histórias de lendas da fronteira e do velho oeste—tudo por uma rota acessível para carrinhos e cadeiras de rodas.
Sam nos encontrou do lado de fora de um pequeno café de adobe—já estava conversando com alguém sobre a cor do céu naquela manhã. Gostei dele na hora. Ele me ofereceu um café (não incluso, mas fez questão) e seguimos pela Bent Street. O ar tinha um leve cheiro de fumaça de piñon, algo que eu não esperava em maio. Antes mesmo de atravessarmos a rua, Sam começou a falar sobre Kit Carson—contando que ele não era bem o herói que todo mundo imagina. Pensei: uau, isso vai ser diferente daqueles passeios a pé comuns, cheios só de datas e nomes.
Passamos por antigas lojas e Sam apontou onde o governador Bent foi assassinado durante a revolta de 1847. Há um silêncio estranho naquela esquina—apesar dos carros passarem, o lugar tem um peso no ar. Ele também nos contou sobre o Padre Martinez (que dizem ser o Ben Franklin do Novo México), e de repente mudou para uma história sobre o antigo distrito da luz vermelha de Taos. Riu ao falar dos quatro saloons de John Dunn numa mesma rua—“Era mais selvagem do que você imagina”, disse. Dá pra quase visualizar tudo se você olhar além das lojas de joias que estão lá hoje.
Não sou muito de arte, mas ouvir sobre R.C. Gorman—o primeiro nativo americano a ter sua própria galeria aqui—me fez querer espiar cada vitrine que passávamos. Até vimos algumas pinturas de santos de Mike Vargas: tinta grossa, cores vibrantes, nenhuma igual à outra. Sam conhecia todo mundo; acenava ou cumprimentava lojistas e artistas enquanto caminhávamos. Em certo momento, parou no meio da história para fazer carinho num cachorro com bandana (parecia que o cachorro também o reconhecia). Até hoje penso naquela sensação—como se tivéssemos acesso a algo que a maioria dos visitantes perde em Taos.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?