Você vai remar em um caiaque transparente pelas águas cristalinas de Silver Springs com todo o equipamento incluso, avistando peixes-boi, tartarugas e até macacos enquanto o guia local conta histórias pelo caminho. Prepare-se para ver a vida selvagem bem de perto, o sol brincando entre árvores antigas e momentos para simplesmente flutuar em silêncio.
Você pode avistar peixes-boi, lontras, jacarés, tartarugas, vários pássaros e até macacos durante o passeio.
Sim, são fornecidos caiaques duplos, remos, assentos, sacos impermeáveis, coletes salva-vidas e apitos.
Bebês podem participar, mas precisam ficar no colo de um adulto; verifique os limites de peso antes de reservar.
Sim, o passeio é acessível para cadeirantes e animais de serviço são permitidos.
O passeio não é recomendado para pessoas com lesões na coluna, problemas cardíacos ou gestantes.
Os caiaques são duplos; cada assento suporta até 113 kg, com limite total de 193 kg por caiaque.
Seu dia inclui o uso de caiaques transparentes duplos com remos e assentos, além de sacos impermeáveis para seus pertences. Todo o equipamento de segurança — coletes salva-vidas e apitos — é fornecido para você curtir as águas cheias de vida de Silver Springs sem preocupações.
Entrei no caiaque transparente em Silver Springs meio na dúvida se faria muita diferença. Mas logo de cara, a água era tão cristalina que dava para ver cada ondulação e peixe nadando lá embaixo. Nosso guia, Marcus, distribuiu os remos e sacos impermeáveis (ele brincou sobre quantos celulares já salvou), e então partimos sob aquelas enormes árvores de cipreste que pareciam estar ali há séculos. O ar tinha aquele cheiro forte de mato — nada ruim, só puro selvagem — e o único som era dos pássaros e do leve splash dos remos na água.
Não esperava ver macacos por aqui (Marcus contou que eles são descendentes de um truque turístico dos anos 30 — a Flórida sempre tem uma história). Passamos por uma família de tartarugas empilhadas num tronco, e alguém na frente apontou — dois peixes-boi deslizando bem debaixo do nosso caiaque. Dá para ver as cicatrizes e os bigodes através do fundo de vidro, quase dava para tocar, mas não era bem assim. Tentei tirar foto, mas nada capturou a calma e a delicadeza deles. Também vimos jacarés, só boiando como troncos ao lado. Depois disso, mantive as mãos dentro do caiaque.
O sol apareceu no meio do passeio e tudo ficou dourado na água. Me peguei só deixando o caiaque levar por um instante — sabe quando você esquece que tem que remar? Marcus contou sobre filmagens antigas feitas aqui (dizem que o Tarzan balançou exatamente sobre esse rio), mas o que ficou mesmo foi a sensação de deslizar sobre essas nascentes profundas, vendo bolhas subindo do nada. Até hoje lembro dessa paisagem quando o barulho da cidade aperta.
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