Você vai sentir a poeira vermelha de Sedona na pele enquanto pula pela antiga estrada de diligência com um guia local cheio de histórias. Curta as vistas do Oak Creek Canyon, aviste animais se tiver sorte e se deixe levar pelo momento — com solavancos, risadas e muita história.
O passeio dura cerca de 2 horas, do check-in até o retorno.
Não, não há serviço de busca; os hóspedes fazem check-in no ponto de partida.
Sim, crianças a partir de três anos podem participar, com assentos infantis especiais disponíveis.
Sim, cães são sempre bem-vindos neste passeio.
Não, gestantes não são recomendadas devido ao terreno acidentado.
Você vai subir pela antiga estrada de diligência com vistas para o Oak Creek Canyon e verá formações rochosas famosas pelo caminho.
Os jeeps acomodam até seis pessoas, dependendo do tamanho e peso.
Seu dia inclui todas as taxas e impostos, além de um guia local profissional que vai conduzir você pela histórica estrada de diligência de Sedona em um jeep privado. Não há busca no hotel, mas você terá histórias, paradas para fotos com vista para o Oak Creek Canyon, tempo para observar animais ou flores selvagens, tudo em duas horas de aventura autêntica no Arizona antes de voltar.
Abri os olhos e já senti aquela poeira vermelha grudada nos meus tênis — Sedona tem um jeito de entrar na pele da gente assim. Mal começamos, nosso guia Mark (que mora aqui há mais tempo do que eu existo) apontou para uma pilha de pedras com um formato estranho, quase perfeito. Ele chamou de “Snoopy” e riu quando eu tentei enxergar de lado. O ar tinha cheiro de zimbro e terra seca, um aroma forte e meio doce, enquanto o jeep roncava sob nossos pés deixando a cidade para trás.
A velha estrada de diligência é mais esburacada do que eu imaginava — Mark avisou (“segurem seus chapéus!”), mas quase perdi o meu numa curva. Ele contou histórias de cowboys e rebanhos, como essa era a única rota entre Sedona e Flagstaff antes das rodovias. É estranho pensar que toda essa história está bem ali, sob as rodas. De vez em quando parávamos, e ele mostrava algo — um lagarto correndo sobre a pedra quente, ou um punhado de flores selvagens teimosas brotando no pó. Minhas pernas tremeram mais de uma vez, mas, sinceramente? Isso só deixou tudo mais especial.
Subimos cada vez mais até que o Oak Creek Canyon se abriu lá embaixo. Fiquei em silêncio, só admirando a vista e tentando recuperar o fôlego (se era da altitude ou do passeio, não sei). O silêncio era intenso, só quebrado pelo vento nas plantas e pelo Mark apontando picos distantes em voz baixa. Alguém perguntou sobre animais locais; ele listou nomes que logo esqueci, menos “javelina”, que parece nome de dança, mas é um porco selvagem. Ficamos ali mais tempo do que o planejado porque ninguém queria ir embora ainda.
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