Deixe o barulho de Seattle para trás e aproveite três horas de vela privada no Puget Sound com seu grupo. Aviste leões-marinhos ou focas (quem sabe até baleias), veja o Monte Rainier se o dia estiver claro e curta suas bebidas trazidas por você enquanto o guia local pilota — ou deixa você tentar. É relaxante, com vento na medida certa e sempre inesquecível.
O passeio dura cerca de 3 horas do início ao fim.
Não, não há traslado; o ponto de encontro é na marina em Seattle.
Sim, o passeio é BYOB—traga suas bebidas favoritas.
O barco acomoda até seis passageiros por reserva.
É possível avistar focas ou leões-marinhos; baleias aparecem, mas são raras.
Sim—bebês devem ficar no colo de um adulto e coletes salva-vidas são fornecidos para todos.
Não precisa; o guia local cuida de tudo e pode deixar você pilotar se quiser.
Se o tempo ajudar, dá para ver o Monte Rainier ao longe, além da ilha Bainbridge e as cadeias de montanhas ao redor.
Seu dia inclui um veleiro privado só para seu grupo (até seis pessoas), coletes salva-vidas para adultos fornecidos pelo guia local que conduz o passeio, além de várias chances de relaxar ou participar — só não esqueça seus petiscos e bebidas, já que BYOB faz parte da diversão antes de voltarmos juntos para a costa.
Sabe aquela sensação de sair das ruas agitadas de Seattle e, de repente, tudo fica em silêncio, só ouvindo a água batendo no casco? Foi assim que nosso passeio de vela privado começou. Encontramos nosso capitão na marina — ele tinha uma tranquilidade no jeito, parecia que fazia isso há anos, mas ainda curtia de verdade. O barco era menor do que eu imaginava (para seis pessoas), o que deixou tudo mais íntimo, parecia que estávamos saindo com amigos, não num passeio turístico. O ar tinha aquele cheiro salgado, quase metálico, típico do Sound, e já dava pra ver a ilha Bainbridge do outro lado da água.
Levamos uma caixa térmica com petiscos e algumas garrafas (trazer bebida é super bem-vindo), então, assim que zarpamos, todo mundo se acomodou com um drink na mão. Nosso guia apontou uns leões-marinhos descansando numa daquelas boias flutuantes — eles pareciam até meio convencidos. Teve um momento em que as velas pegaram um vento forte e o barco inclinou só o suficiente pra dar aquele friozinho no estômago (daquele jeito bom). O sol passava entre as nuvens sobre as montanhas Olímpicas, e alguém avistou o Monte Rainier lá longe, meio encoberto. Tentei tirar foto, mas acabei só apertando os olhos contra o vento.
Não esperava que fosse ajudar a pilotar, mas o capitão me passou o leme por um tempo — descobri que não sou muito bom nisso, mas ninguém ligou. Ele contou histórias de quando cresceu por aqui e falou que, se tiver sorte, às vezes aparecem orcas (não hoje, mas quem sabe da próxima). As três horas passaram voando; eu ficava pensando em guardar aquela sensação de simplesmente flutuar ali enquanto Seattle ia ficando pequena atrás da gente. Até agora consigo lembrar das mãos geladas no cabo, mas nem liguei.

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