Você vai andar pelas ruas sombrias de Savannah em um grupo pequeno, com fones de ouvido, enquanto seu guia historiador local conta histórias reais de assassinato, guerra, doenças e espíritos inquietos. Prepare-se para silêncios tensos perto de cemitérios antigos e narrativas animadas nas praças famosas — com algumas risadas pelo caminho. Se quiser sentir Savannah respirando ao seu redor depois do anoitecer, esse tour vai mexer com você.
O tour dura cerca de 2 horas e passa por vários pontos históricos no centro de Savannah.
O tour aborda temas pesados como assassinato e doenças; a presença de crianças fica a critério dos pais, mas elas são permitidas.
Não, nenhuma empresa de tours tem acesso a prédios; todas as paradas são ao ar livre, mas o guia indica lugares que você pode visitar depois por conta própria.
Sim, todas as áreas e superfícies do tour são acessíveis para cadeiras de rodas.
Os grupos são limitados a 20 pessoas para garantir uma experiência mais íntima.
Sim, cada participante recebe um fone para ouvir o guia com clareza durante todo o passeio.
As principais paradas são Colonial Park Cemetery, Madison Square, Sorrel Weed House, Chippewa Square, Juliette Gordon Low Birthplace, Marshall House, Foley House Inn e 12 Oglethorpe Ave.
O tour depende das condições climáticas; se for cancelado por mau tempo, você pode reagendar ou pedir reembolso.
Seu passeio inclui o uso de fones de ouvido pessoais para não perder nenhuma palavra do seu guia local profissional enquanto exploram juntos os lugares mais marcantes de Savannah, tudo ao ar livre sob o céu do sul.
Eu achava que já tinha feito “tours de fantasmas” antes, mas Savannah é diferente. Começamos perto da Chippewa Square — estava úmido, daquele jeito pegajoso típico do sul, quando o ar pesa e você sente cheiro de gardênia no ar, mesmo sem ver a flor. Nosso guia, T.C., distribuiu uns fones de ouvido modernos (quase deixei cair o meu tentando ajeitar o fio), e de repente a voz dele estava bem no meu ouvido, baixa e firme, enquanto caminhávamos no escuro. Éramos uns 15; um grupo pequeno, perfeito pra ouvir risadinhas nervosas ou alguém sussurrar “não acredito” quando ele contou a história da Sorrel Weed House.
Paramos na Madison Square enquanto ele falava de guerra e sangue antigo nas pedras — literalmente, ele comentou sobre o que está enterrado sob nossos pés e senti um arrepio estranho. De vez em quando vinha música de um bar na rua ou o cheiro de comida frita misturado com o mofo úmido das praças. T.C. não tinha pressa; deixava o silêncio tomar conta depois de contar sobre enforcamentos (essa parte ficou marcada). No portão do Colonial Park Cemetery, ele falou de doenças e rituais de Vodu. Tentei imaginar como era aqui à noite, séculos atrás — e, pra ser sincero, até hoje fico olhando por cima do ombro.
Ele apontou lugares que dá pra visitar depois — a casa onde nasceu Juliette Gordon Low parecia tranquila de dia, mas na história dele era outra coisa. E a Marshall House? Alguém do grupo até murmurou “nem pensar”. A gente não entrou (ele explicou que é propriedade privada), mas ficar do lado de fora ouvindo aquelas histórias parecia mais real do que qualquer casa mal-assombrada cheia de sustos. A cidade parecia viva de um jeito que eu não esperava; talvez fosse só o calor, ou talvez... Savannah realmente tem algo que fica ali, nas sombras. Ainda estou pensando nisso.

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