Você vai passear pelos bairros de San Francisco num VW bus vintage, com músicas clássicas e clima de grupo pequeno. Tire fotos nas Painted Ladies, Golden Gate Bridge e Palace of Fine Arts — e dê boas risadas pelo caminho. Prepare-se para detalhes e histórias que vão ficar na memória muito depois do passeio.
O tour cobre os principais pontos da cidade com três paradas para fotos; a duração exata não é informada, mas espere algumas horas explorando os bairros mais famosos.
Sim, durante o passeio de VW bus por San Francisco são oferecidos lanches e água mineral.
Não há busca no hotel; os participantes devem chegar ao ponto de encontro central 10 minutos antes da saída.
Sim, bebês podem participar, mas precisam ficar no colo de um adulto; cadeirinhas para crianças estão disponíveis se solicitadas na reserva.
O roteiro às vezes passa pela Lombard Street, dependendo do trânsito; não é garantido que seja uma parada para descer.
Cada VW bus vintage acomoda até 7 pessoas; grupos maiores usam mais de um veículo.
Cadeiras de rodas portáteis são permitidas a bordo; informe suas necessidades no momento da reserva.
Recomenda-se dar entre 15 e 20 dólares por pessoa, já que as gorjetas são parte importante da renda do guia.
Seu dia inclui água mineral e lanches a bordo de um VW bus vintage (com até sete lugares), acesso a pontos icônicos de San Francisco como Painted Ladies e Golden Gate Bridge — onde ônibus maiores não conseguem chegar — além de histórias e dicas de um guia local profissional, tudo em grupo pequeno com saída de um ponto fácil de encontrar no centro.
Jamais imaginei que acabaria cantando Janis Joplin dentro de um VW bus azul vibrante, subindo e descendo as colinas de San Francisco, mas foi exatamente isso que aconteceu. A motorista — Maya — tinha um jeito tão natural de contar histórias da cidade, parecia que estava só conversando com os amigos. Passamos pela Union Square e depois pelo Chinatown, com as janelas abertas, sentindo aquele cheiro misto de padaria e algo que eu não conseguia identificar direito (talvez incenso?). Em um momento, Maya apontou para um mural que eu já tinha visto, mas nunca realmente reparado. Foi como olhar a cidade com outros olhos — ou pelo menos de um assento muito mais estiloso.
A primeira parada para fotos foi no Palace of Fine Arts. Havia um silêncio estranho, mesmo com gente circulando — uma espécie de calma sob aquelas colunas. Alguém do grupo tentou tirar a foto “perfeita”, mas, sinceramente, é impossível não pegar a cabeça de alguém ou um pombo perdido na imagem. Rimos disso. Depois seguimos para as Painted Ladies — aquelas casas coloridas que aparecem em todos os cartões-postais. A grama ainda estava úmida da névoa da noite anterior e meus sapatos molharam, mas ficar ali olhando o skyline me trouxe uma nostalgia estranha, mesmo sem morar na cidade.
Claro que a Golden Gate Bridge veio logo depois. O vento quase levou meu chapéu e o gosto do ar salgado da baía ficou no meu cabelo. Maya contou que às vezes dá para ver golfinhos daquele mirante — mas não hoje, só a névoa subindo sobre Marin. Na volta, fizemos ziguezague pela Lombard Street (se o trânsito deixar), e todo mundo se inclinava para um lado e para o outro, como numa montanha-russa. Tentei falar “Haight-Ashbury” direito e Li, que estava atrás de mim, caiu na risada — mandei muito mal na pronúncia.
Fico pensando naquela sensação — meio turista, meio local por algumas horas. Tem algo especial em passear por San Francisco num VW bus antigo com estranhos que, no fim, parecem menos estranhos. A música fica na cabeça depois que o passeio acaba; assim como a vista de Alamo Square quando o sol finalmente apareceu por uns segundos.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?