Você vai flutuar sobre o Deserto de Sonora em Phoenix ao amanhecer, vendo a Montanha Camelback e talvez até animais selvagens lá embaixo. Depois de quase uma hora no ar, pousa para um brinde com champanhe e um café da manhã gourmet montado no próprio deserto — com histórias do piloto local que tornam tudo ainda mais especial.
O voo dura cerca de 45 a 60 minutos.
Sim, o traslado de ida e volta do hotel está disponível se selecionado na hora da reserva.
Você verá a Montanha Camelback, o centro de Phoenix ao longe, a vegetação local e possivelmente animais como javelinas.
Sim, após o pouso é servido um café da manhã gourmet com champanhe ou cidra em uma mesa montada no deserto.
O ponto de encontro é no estacionamento do Aeroporto Deer Valley, a menos que você escolha o traslado do hotel.
Crianças precisam ter pelo menos 5 anos e medir 1,22 m para participar.
Não, não é recomendado para gestantes ou pessoas com certas lesões ou cirurgias recentes.
Seu dia começa com traslado de ida e volta do hotel, se selecionado, seguido por um voo de aproximadamente uma hora sobre o Deserto de Sonora em Phoenix, com vista para a Montanha Camelback. Depois, um brinde com champanhe ou cidra e um café da manhã gourmet servido em louça fina no local do pouso. Para fechar, você recebe um certificado de voo antes de voltar para a cidade.
Já imaginou como Phoenix parece lá do alto, antes do sol realmente despertar? Eu não achei que ficaria nervoso, mas ali parado no estacionamento do Aeroporto Deer Valley, vendo o balão inflar, minhas mãos estavam mais geladas que o ar da manhã. Nosso piloto, Mike, tinha uma calma que passava segurança (ele voa há décadas), e isso ajudou mais do que qualquer café. Quando finalmente levantamos voo, o silêncio era impressionante — só o som do queimador e alguém atrás de mim sussurrando um “uau”.
O Deserto de Sonora visto de cima é outra história. Dá pra ver todos aqueles pequenos vales e as sombras dos saguaros se esticando até onde a vista alcança. Mike apontou a Montanha Camelback ali do lado (realmente parece um camelo se você apertar os olhos) e até uns javelinas selvagens lá embaixo — nunca imaginei que veria animais assim de um balão. A luz mudava a cada minuto; um instante tudo dourado, no outro dava pra ver o centro de Phoenix acordando ao longe. E tem um cheiro no ar — meio fresco, meio poeirento, como deserto depois da chuva, mesmo sem chover há semanas.
Não esperava que o pouso fosse tão suave (já estava me preparando para algo mais dramático). Tocamos o chão no meio do nada — ou pelo menos parecia — até eu ver uma mesa posta com toalhas de verdade e louça fina ali no meio da areia. Alguém me entregou uma taça de champanhe (ou cidra, se preferir), e a gente riu da sensação surreal de tomar café da manhã cercado de cactos. Tem uma cerimônia antiga que os balonistas fazem para quem voa pela primeira vez — o Mike recitou com um sorriso — e, sinceramente, me senti parte de algo maior que um simples passeio. Ainda fico pensando naquela vista do amanhecer dias depois.
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