Você vai sentir a força bruta do Alasca enquanto pesca halibut em águas profundas com um guia local, segurando equipamentos pesados enquanto a vida selvagem surge ao redor. Grupo pequeno garante tempo real na vara — além de lanches e capa de chuva para qualquer mudança de tempo.
Geralmente, cada passeio tem 5 ou 6 convidados mais o guia.
Sim, todo o equipamento de pesca está incluso, além de capas de chuva, calças impermeáveis, botas, chapéu, luvas, lanche e água.
Você pode pegar peixe-escorpião, bacalhau, linguado, tubarões ou arraias além do halibut.
Inclui lanche e água; almoço completo não está especificado.
Sim, animais de serviço são permitidos nesse passeio.
Esse passeio não é recomendado para gestantes.
O limite é um halibut por pessoa por dia, com tamanho entre 94 cm ou mais de 2 metros.
As linhas são lançadas entre 60 e 120 metros ou mais.
O guia ensina todos; todos os níveis de preparo são bem-vindos, mas há algumas restrições de saúde.
Seu dia inclui todo o equipamento de pesca — varas, iscas, capas de chuva e calças impermeáveis — além de botas e luvas para manter você seco. Também tem lanche e água a bordo. Um guia local licenciado leva seu grupo pequeno para águas produtivas onde a vida selvagem aparece entre as capturas.
A primeira coisa que notei foi o silêncio quando nosso barco deslizou para trás daquela ilha — só o som da água batendo no alumínio e o zumbido baixo do rádio do nosso guia. O cheiro de sal misturado com algo quase metálico no ar, junto com o cheiro das capas de chuva e da isca. Éramos seis apertados no cabin cruiser, trocando histórias enquanto esperávamos nossas linhas chegarem ao fundo. Não esperava sentir tanta expectativa só segurando a vara sobre mais de 90 metros de água, mas foi exatamente isso que rolou.
Nosso guia, Mark (que cresceu por aqui), ficava de olho nas baleias enquanto dava dicas para a gente. Ele nos levou direto para os bancos de halibut — pelo jeito, ele não liga de gastar combustível se isso significar melhor pesca. Segundo ele, o cheiro da isca se espalha na correnteza e nunca se sabe o que pode aparecer para investigar: peixe-escorpião, bacalhau, até tubarões às vezes. Quando minha linha finalmente puxou, quase deixei cair — não vou mentir, minhas mãos tremiam quando vimos aquele flash da barriga clara subindo pela água verde escura. Mark sorriu e falou algo tipo “a briga agora é toda sua”.
Ainda lembro daquele momento em que tudo ficou silencioso, só o som da minha respiração e o ranger da vara. Mesmo se você não fisgar um gigante (eu não peguei), tem algo selvagem em ver essas criaturas emergindo. Aí você levanta o olhar e vê leões marinhos flutuando perto ou uma águia-careca voando baixo — como se o Alasca quisesse lembrar quem manda aqui. O tempo mudou rápido no final, mas com todo o equipamento incluso (e café quente), ninguém parecia se importar muito.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?