Você vai explorar seis vilarejos vibrantes no Polynesian Cultural Center em Oahu, experimentar tradições práticas como fazer fogo e girar poi, passear de canoa vendo dançarinos na água, visitar o centro de visitantes do templo em Lāʻie e terminar o dia envolvido no espetáculo de fogo “HA: Breath of Life”. Não é só um show — fica com você muito depois.
A experiência completa dura quase o dia todo, até a noite se você assistir ao “HA: Breath of Life”.
Não, o jantar não está incluído neste pacote.
Sim, todas as áreas são acessíveis para cadeirantes e animais de serviço são permitidos.
Você tem acesso autoguiado a seis vilarejos com atividades práticas e assentos bronze para o “HA: Breath of Life”.
Não há transporte do hotel incluído; opções de transporte público ficam próximas.
Sim, bebês podem ir em carrinhos ou no colo de um adulto.
Recomenda-se reservar antes, pois os assentos para os shows esgotam rápido.
A maioria das apresentações é em inglês, mas a equipe costuma falar outros idiomas também.
Seu dia inclui entrada autoguiada aos seis vilarejos polinésios no North Shore de Oahu, atividades práticas como fazer fogo e remar canoa, acesso a apresentações culturais como o show Huki na água e o filme Hawaiian Journey, passeio guiado por Lāʻie e seu centro de visitantes do templo, foto digital grátis como lembrança e 10% de desconto na The Hawaii Store — e termina com assentos bronze para o “HA: Breath of Life”. Jantar não está incluído, mas tudo funciona bem mesmo se você estiver com crianças ou precisar de acessibilidade para cadeirantes.
Confesso que achei que o Polynesian Cultural Center seria muito turístico — mas me surpreendeu desde o começo. Mal passamos pela entrada, uma mulher com um pareô colorido nos entregou um pequeno colar de noz kukui e sorriu dizendo “Aloha!” O ar estava cheio daquele cheiro doce de plumeria e o som distante de tambores. Pensei comigo, ok, isso é diferente. Nosso guia (acho que se chamava Manu?) nos levou para a primeira vila — Samoa — e de repente estávamos vendo alguém esfregar dois gravetos para fazer fogo. Não é tão fácil quanto parece; todo mundo riu quando um visitante tentou e só conseguiu fumaça. Minhas mãos ficaram com um cheiro amadeirado depois que tentei também.
O lugar é grande — seis vilarejos espalhados sob palmeiras enormes, cada um com sua música e sotaque. Em Tonga, um rapaz nos ensinou a girar as bolas de poi (quase acertei o rosto do meu amigo). O passeio de canoa foi mais calmo do que eu esperava, mas tranquilo; dava para ouvir crianças gritando do outro lado da lagoa e de vez em quando um ukulele tocava de algum lugar escondido. Assistimos ao show Huki na água — muita cor e sorrisos dos dançarinos, mesmo quando começou a garoar por uns cinco minutos (ninguém ligou). Tem também um filme chamado Hawaiian Journey; pra ser sincero, quase cochilei porque já estávamos cansados de tanto andar.
Depois, passeamos por Lāʻie com o Manu mostrando onde ele cresceu — ele contou histórias das tias vendendo mangas na beira da estrada. Tem também um centro de visitantes do templo ali perto, bem tranquilo; gostei desse momento de pausa no meio da agitação. Ah, se curte lembrancinhas, tem uma lojinha com desconto (comprei geleia de goiaba pra minha mãe). A palavra-chave aqui é “Polynesian Cultural Center day trip”, mas nunca pareceu só um passeio para riscar da lista.
O show noturno “HA: Breath of Life” é incrível — dançarinos de fogo por todo lado, tambores que você sente mais no peito do que no ouvido. Tínhamos assentos bronze (não muito longe do palco), o que foi ótimo porque dá para ver tudo mesmo. Em um momento, me peguei prendendo a respiração; tem algo em ver tanta gente se movendo junto assim, sob o céu aberto. Até hoje lembro daqueles últimos minutos com todo mundo cantando junto — fica guardado na memória depois que você vai embora.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?