Você vai provar o melhor do Chelsea Market — hot dogs, tacos fusion, mini donuts — e depois queimar as calorias caminhando pela High Line com histórias do seu guia local. Prepare-se para risadas com tartes crocantes, vistas inesperadas da cidade e momentos em que Nova York parece enorme e, ao mesmo tempo, surpreendentemente íntima.
O tour costuma durar cerca de 3 horas do começo ao fim.
Sim, todas as principais degustações como hot dogs, tacos, donuts, dumplings, tartes de ovo e bebidas estão inclusas.
Sim, todas as áreas e superfícies do tour são acessíveis para cadeirantes.
Sim, os tours acontecem faça chuva ou faça sol; vista-se conforme o clima de NYC.
Por favor, informe suas necessidades alimentares no momento da reserva para que possamos tentar acomodar.
O tour começa no Chelsea Market, em Manhattan.
Cerveja, vinho ou sangria podem ser comprados em alguns pontos, mas não estão incluídos no preço base.
Sim; bebês e crianças pequenas podem participar em carrinhos de bebê.
Seu dia inclui todas as principais degustações — desde hot dogs fresquinhos no Dickson’s Farmstand até tacos japoneses-mexicanos no Takumi Taco, tartes portuguesas de ovo crocantes do Joey Bats, dumplings fritos na chapa do Nom Wah, lattes especiais ou chás gelados conforme a estação, além de mini donuts da Doughnuttery — tudo guiado por um expert local enquanto você explora o Chelsea Market e caminha pela High Line rumo a Hudson Yards.
Vou ser sincero, me inscrevi nesse tour gastronômico pelo Chelsea Market & High Line principalmente porque estava com fome e curioso — Nova York tem esse efeito. A primeira coisa que me chamou atenção dentro do Chelsea Market foi o cheiro — algo como pão quentinho misturado com um toque de especiarias e café. Nosso guia, Sam, começou a experiência no Dickson’s Farmstand com hot dogs que não tinham nada a ver com os tradicionais de estádio (e no melhor sentido). Enquanto comíamos em pé, ele contou sobre os tempos antigos do bairro de carnes. Gostei disso — sem frescura, só comida e histórias.
Fomos passeando pelo mercado meio que em um estado de felicidade. No Takumi Taco, experimentei um taco que mistura a culinária japonesa com a mexicana (jamais imaginei essa combinação), e funcionou — casquinha crocante e recheio doce e salgado. A Li, da barraca, riu quando tentei falar “arigato” com meu melhor sotaque. Depois vieram as tartes de ovo portuguesas do Joey Bats — crocantes, cremosas e ainda quentinhas — e mini donuts da Doughnuttery que deixaram açúcar com canela por toda a mão. Nem me importei; parecia o certo a fazer.
Depois de tudo isso, sair para a High Line foi uma sensação estranhamente tranquila para Manhattan. O barulho da cidade ficou um pouco distante lá em cima — só o vento e o tráfego longe lá embaixo. Sam apontou flores silvestres crescendo entre os trilhos antigos e contou sobre artistas que colocaram esculturas na passarela antes de ser permitido (aparentemente, os nova-iorquinos não conseguem evitar). Tomamos chá gelado enquanto caminhávamos por murais e vistas do rio. O céu estava nublado, mas de um jeito iluminado — talvez só a luz de Nova York refletindo em tudo.
A última parada foi Hudson Yards, com suas torres brilhantes e aquela estrutura de favo de mel maluca (o Vessel). Alguns subiram, eu fiquei só observando as pessoas tirando selfies com o skyline ao fundo. Meus pés estavam cansados, mas a cabeça cheia — de um jeito bom. Tem algo especial em comer sua história junto com estranhos que, no fim, deixam de ser tão estranhos assim. Ainda penso às vezes naquele dumpling do Nom Wah.

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