Você decola bem na beira de Manhattan para um voo de helicóptero de 17 a 20 minutos sobre os pontos mais icônicos de Nova York — o verde do Central Park, a Lady Liberty brilhando no porto, os arranha-céus aglomerados lá embaixo. Com comentário ao vivo e janelas do chão ao teto, você vai ver os lugares que conhece de um jeito que fica na memória muito depois do pouso.
O voo dura cerca de 17 a 20 minutos.
Você vai sobrevoar Central Park, Empire State Building, Estátua da Liberdade, Ponte do Brooklyn, Ellis Island, Yankee Stadium, Rockefeller Center, Ponte George Washington e muito mais.
Sim, o piloto faz comentários ao vivo durante todo o passeio.
Sim. Crianças devem estar acompanhadas por um adulto; menores de 2 anos ficam no colo do adulto sem custo.
Não, o encontro é direto no heliporto em Manhattan.
Passageiros acima de 125 kg ou que precisem de extensor de cinto podem não poder voar.
Sim, todas as áreas e superfícies são acessíveis para cadeirantes; animais de serviço também são permitidos.
Sim, é obrigatório apresentar um documento oficial com foto válido no dia do passeio.
Seu dia inclui todas as taxas de pouso no heliporto e uso das instalações, além do voo compartilhado com outros passageiros. Você terá comentário ao vivo pelo fone, conforto com ar condicionado e janelas do chão ao teto para aproveitar a vista da cidade — só precisa levar seu documento com foto e chegar pronto para voar (as malas ficam guardadas com segurança em lockers gratuitos enquanto você estiver no ar).
Assim que decolamos do heliporto, me peguei sorrindo feito criança — sério, não tem como se acostumar a ver Nova York por esse ângulo. As janelas vão do chão ao teto, então antes mesmo de colocar os fones, já vinha aquela luz refletindo no rio Hudson. Nosso piloto — Mike, com voz de rádio da madrugada — apontou a Ponte do Brooklyn primeiro. Lá de cima ela parecia até frágil, o que é estranho, porque quando você atravessa ela a sensação é bem sólida. Ao meu lado tinha uma família; a menininha não parava de apontar pra tudo e rir toda vez que virávamos à esquerda.
Não esperava que fosse tão silencioso lá em cima. A gente imagina Manhattan barulhenta até do alto, mas dentro do helicóptero só rola um zumbido suave e o comentário do Mike entrando e saindo (“Ali é o Yankee Stadium à sua direita — vai Yankees!”). Passar voando pelo Empire State e pelo Rockefeller Center foi surreal — parecia aquelas cenas de filme, só que acontecendo de verdade, ali na hora. Quando demos a volta na Estátua da Liberdade, juro que dava pra ver a tocha brilhando ao sol por quilômetros. Alguém atrás de mim tentou tirar uma selfie com Ellis Island ao fundo; não sei se saiu boa, mas ela parecia feliz mesmo assim.
Seguimos o Hudson rumo ao norte até a Ponte George Washington — essa parte é mais verde do que eu imaginava, com as falésias Palisades subindo de um lado. O Mike mostrou a Columbia University e a Catedral de St. John the Divine (nunca tinha percebido o tamanho dessa igreja). A cidade se revela de um jeito diferente lá de cima; o Central Park parece um grande cobertor verde no meio de tanto vidro e concreto. Teve um momento que pairamos perto do One World Trade Center — silêncio total por um segundo enquanto todo mundo admirava Lower Manhattan. Ainda penso naquela vista às vezes.

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