Veja o skyline de Manhattan mudar do dourado ao neon enquanto passa por ícones como Ellis Island e Estátua da Liberdade em um iate pequeno ao pôr do sol. Deguste seu coquetel (ou champanhe), petisque frios e aproveite o raro silêncio enquanto as luzes da cidade se acendem ao seu redor.
O cruzeiro dura cerca de 90 minutos.
O ingresso inclui um coquetel artesanal, cerveja, vinho, champanhe ou bebida não alcoólica, além de petiscos leves de frios.
Você verá o skyline de Manhattan, Empire State Building, One World Trade Center, Ellis Island e Estátua da Liberdade do mar.
O cruzeiro parte dos Chelsea Piers, em Manhattan.
Não; os hóspedes devem ir por conta própria até os Chelsea Piers.
Não; devido ao número limitado de assentos, não são permitidas reservas para grupos grandes.
Não; bebidas alcoólicas externas não são permitidas no iate.
A acessibilidade varia conforme o barco — entre em contato com o operador antes para solicitar ajuda no embarque.
Sua noite inclui um cruzeiro de 90 minutos de iate pelo lado oeste de Manhattan ao pôr do sol, com um coquetel artesanal ou bebida à sua escolha, além de petiscos leves de frios servidos a bordo antes do retorno aos Chelsea Piers.
“Aquele é mesmo o Empire State Building ali?” alguém perguntou enquanto nos afastávamos dos Chelsea Piers, e confesso que tive que apertar os olhos — a luz dourada deixava tudo mais suave. O barco era menor do que eu imaginava (no melhor sentido), com umas doze pessoas espalhadas entre a proa aberta e uma cabana de vidro bem aconchegante. Nosso capitão, que se apresentou como Mike, mas disse para chamarmos de “Cap”, apontava detalhes dos prédios — como o One World Trade Center pegando os últimos raios de sol. O som da cidade ficava baixo atrás da gente, e o que dominava era só a água batendo devagar no casco e o tilintar discreto dos copos.
Escolhi um lugar perto da janela porque não queria perder nada (além disso, meu cabelo fica estranho com vento). Logo depois do primeiro drink, serviram uma tábua de frios — eu pedi um coquetel de gin com gosto de pepino e um toque floral. Tinha um cheiro leve de sal vindo do Hudson, misturado com o aroma do queijo da tábua. Em um momento, o Cap desacelerou perto da Ellis Island para a gente tirar fotos. Alguém tentou contar a história dos avós que passaram por ali, mas se emocionou no meio do caminho — ninguém pressionou para continuar. Foi um dos momentos que mais ficou comigo, mais do que qualquer foto.
Quando finalmente nos aproximamos da Estátua da Liberdade, todo mundo saiu para o convés, mesmo com o frio chegando. A luz estava sumindo rápido e a Lady Liberty parecia quase irreal de tão verde contra aquele céu azul e dourado. Tentei tirar uma selfie, mas acabei só ficando ali, admirando. É curioso como o silêncio toma conta quando a gente vê algo que só imaginava antes. Aí alguém fez uma piada sobre deixar o celular cair no mar e todo mundo riu alto por um instante.
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