Você vai curtir o conforto de uma limousine pelos vinhedos de Napa ou Sonoma, provar vinhos direto do barril em caves fresquinhas, pisar uvas se estiver a fim, e almoçar sob carvalhos centenários. O dia segue no seu ritmo — e você volta com histórias (e talvez os pés roxos) para contar.
O tour dura cerca de 6 horas.
Sim, o pickup e o retorno ao hotel estão incluídos.
Não, as taxas de degustação não estão incluídas; os convidados pagam em cada vinícola.
Não, não é recomendado para gestantes.
Não há almoço fixo incluso; algumas vinícolas podem oferecer harmonizações, mas não é garantido.
A idade mínima para beber é 21 anos.
O tour é adequado para todos os níveis de preparo físico, mas não é recomendado para quem tem problemas cardíacos.
Você terá um motorista profissional experiente em Napa Valley ou Sonoma conduzindo sua limousine privada.
Seu dia inclui pickup e retorno ao hotel em limousine privada com motorista local experiente, que cuida de toda a logística e combustível para você só se preocupar em provar vinhos e curtir cada parada antes de voltar confortável ao hotel.
Entramos na parte de trás da limousine logo na saída do nosso hotel em Napa — pra ser sincero, nunca tinha andado numa antes, e foi meio surreal. Nosso motorista, Mark, sorriu de leve e perguntou se queríamos música ou só o som dos pneus na Highway 29. Lembro de abrir um pouco a janela escurecida pra sentir aquele cheiro fresco da manhã — cascas de uva e algo terroso, talvez grama molhada? Partimos antes que eu conseguisse processar tudo, passando por fileiras de vinhas que pareciam cuidadas à mão.
A primeira parada foi numa vinícola familiar em Sonoma, onde conhecemos a Ana, que nos serviu um Cabernet direto do barril na cave deles. O lugar era fresco e escuro — meus óculos embaçaram na hora. O vinho tinha um gosto diferente de tudo que já provei engarrafado; mais cru, de certa forma. Ana riu quando tentei girar o vinho como ela (quase derramei na camisa). Ela contou sobre a primeira colheita do avô ali, o que me fez sentir um estranho bem-vindo — como se tivesse entrado num segredo.
Não esperava acabar descalço, mas lá estávamos numa outra vinícola pisando uvas. Meus pés grudavam nas cascas meio emborrachadas e um cheiro doce-ácido grudava em tudo. Mark tirou uma foto e disse que não via ninguém rir tanto na temporada toda. O almoço foi simples — pão crocante, queijo com um leve sabor de feno, e mais um copo de branco sob velhos carvalhos. Depois disso o tempo pareceu voar; só pensava em como tudo ficava silencioso entre as paradas, só o canto dos pássaros e o zumbido distante dos tratores.
Seis horas passaram mais rápido do que eu imaginava. No caminho de volta, com o sol passando pela janela, Mark apontou um celeiro antigo que disse ser assombrado (será que era brincadeira?). Tem algo especial em ver Napa Valley ou Sonoma assim — sem pressa, deixando outra pessoa cuidar do caminho enquanto você só aproveita. Até hoje lembro daquele momento na cave quando abro uma garrafa em casa.
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