Visite o Museu Field em Chicago com ingresso incluso — encontre a T. rex SUE de perto, explore uma tumba egípcia antiga cheia de múmias reais e perca-se entre pedras brilhantes e fósseis gigantes. Tours guiados acontecem todos os dias para você tirar dúvidas ou simplesmente ouvir histórias que fazem a história ganhar vida.
Sim, seu ingresso garante a entrada geral no Museu Field de História Natural.
Sim, tours guiados gratuitos acontecem diariamente e estão incluídos no ingresso.
O ingresso inclui acesso às exposições pagas, salvo indicação contrária; filmes em 3D têm custo extra.
Sim, todas as áreas e superfícies do Museu Field são acessíveis para cadeirantes.
Sim, carrinhos e bebês são bem-vindos em todo o museu.
Recomenda-se chegar entre 9h e 12h para garantir vagas nas exposições especiais e filmes em 3D.
Sim, mapas estão disponíveis em inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, mandarim, japonês, coreano, polonês e português.
O Museu Field funciona das 9h às 17h; a última entrada geral é às 16h.
Seu dia inclui entrada completa no Museu Field de História Natural em Chicago, acesso a tours guiados diários e exposições especiais pagas; todas as galerias principais são acessíveis para cadeirantes e carrinhos são permitidos durante a visita.
Entramos no Museu Field pouco depois das 10h — já dava para ouvir o burburinho de famílias e grupos escolares ecoando pelos altos corredores de mármore. Nosso guia local, Sam (que trabalha aqui desde os anos 90), nos chamou perto do enorme titanossauro. O pescoço do Maximo se esticava tanto que precisei me inclinar para trás e quase perdi o equilíbrio. Sam sorriu e disse: “Ele é novinho — pode ficar tranquilo, não morde.” O ar tinha aquele cheiro típico de museu — papel antigo, pedra polida, algo que não sei explicar, mas que sempre me lembra das excursões da infância.
Confesso: eu queria mesmo era ver a T. rex SUE. Ficar ali embaixo do crânio gigante dela (os dentes são maiores que minha mão) me deu uma mistura estranha de admiração e empolgação — é como encontrar uma celebridade, mas também perceber o quão pequeno você é. Crianças colavam o rosto no vidro; uma garotinha perguntou para o pai se dinossauros gostavam de pizza. Ri alto — Sam piscou para ela e respondeu: “Só às sextas.”
A exposição do Egito Antigo era mais escura e silenciosa, quase um sussurro perto do salão dos dinossauros. Entramos numa tumba recriada onde dava para sentir o cheiro de pedra fria e poeira antiga (ou talvez fosse só minha imaginação). Vinte e três múmias alinhadas em vitrines — tentei decifrar alguns hieróglifos, mas desisti depois de dois símbolos. Minha amiga tentou falar o nome de um faraó; Li riu quando ela pronunciou errado (eu também não me saí melhor). Depois, passeamos pela Sala das Pedras Preciosas — a luz refletindo nos cristais deixava tudo com um ar meio mágico.
Tem coisa demais para ver em uma visita só — esculturas de jade chinesa, esqueletos de mamutes, artefatos astecas que parecem saídos de um filme de aventura. Tomamos um café perto de uma janela com vista para o Lago Michigan; mesmo num dia cinza, o horizonte é impressionante. Se você gosta de história, dinossauros ou só quer sentir aquela sensação boa de ser pequenininho, esse lugar fica na memória muito tempo depois de sair.
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