Você vai passear pelo bairro Wynwood em Miami de golf cart com um guia local que conhece cada mural e viela. Espere paradas para fotos, histórias por trás das artes e tempo para se perder entre murais gigantes. Vai ganhar detalhes exclusivos sobre os artistas em lugares como Wynwood Walls e, se quiser, pode até provar sabores locais.
A duração exata não é especificada, mas o tour inclui várias paradas pelo Wynwood e geralmente dura entre 1 e 2 horas.
Sim, pessoas em cadeira de rodas podem ser buscadas direto no carro, desde que combinado antes do dia do tour.
O tour é em grupo pequeno, com no máximo 7 pessoas por golf cart.
Sim, mas todas as crianças precisam estar em cadeirinha ou com cinto de segurança conforme as regras.
Sim, são mais de 6 paradas para fotos e para conversar sobre os murais.
O tour passa pelo Wynwood Walls; os visitantes costumam descer lá depois, já que a entrada agora é paga.
Não inclui, mas o guia pode indicar lugares locais, como a cervejaria Casa La Rubia, durante o passeio.
Se o tour começar tarde (tipo 17h15 no inverno), o guia ajusta as paradas para mostrar murais e ruas bem iluminadas.
Seu dia inclui um lugar num golf cart para grupo pequeno (máx 7 pessoas), passeios por Wynwood com várias paradas para fotos e histórias, além de um guia local expert que compartilha detalhes pessoais sobre murais famosos e cantinhos escondidos do bairro.
A primeira coisa que me chamou atenção foi a cor — não só nas paredes, mas parecia que estava no ar também. Entramos num golf cart em Wynwood, Miami, e parecia que estávamos entrando no sonho de alguém. Nosso guia, Luis (que cresceu a poucas quadras dali), acenou para um cara pintando um mural novo — eles até deram um toque de punho quando passamos. O cheiro de tinta spray misturado com cafecito vindo de algum lugar perto estava no ar. O lugar todo pulsava, mesmo sendo só fim de manhã.
Paramos em murais gigantes que me fizeram sentir pequeno de verdade. Luis contou quais artistas são lendas locais e quais vieram do Brasil ou Berlim — ele apontou detalhes que eu jamais teria percebido sozinho, tipo como a textura da parede mudava quando o artista trocava o pincel pelo spray. Em um momento, tentei falar “La Rubia Picante” (a cerveja), e ele riu, dizendo que eu tinha que provar depois pra sentir o verdadeiro clima de Wynwood. Descemos do golf cart várias vezes para fotos ou só pra ficar ali admirando — às vezes a gente precisa de um tempo assim.
Eu nem esperava me interessar pela história do grafite, mas ouvir como o Wynwood Walls começou — galpões antigos virando telas gigantes — me tocou. Teve um momento na frente do Museu do Graffiti em que tudo ficou em silêncio, só dava pra ouvir uma salsa distante e o latido de um cachorro. Parecia que a arte ali não era só pra olhar, mas pra se atravessar. O golf cart nos levou por vielas que eu nunca teria achado sozinho, passando por murais que provavelmente vão sumir no ano que vem. Acho que isso faz parte também.
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