Você vai zarpar do Bayside Marketplace num passeio animado de barco pirata pela Biscayne Bay, com vistas de perto das mansões de celebridades e o skyline vibrante da cidade. Com histórias do guia local, música a bordo, lanches disponíveis e muitas oportunidades para fotos (especialmente se tiver crianças com chapéus de pirata), essa é daquelas tardes em Miami que ficam na memória muito depois de voltar ao cais.
O passeio sai do Bayside Marketplace, no centro de Miami.
Há lanches e bebidas disponíveis a bordo mediante pedido; bebidas alcoólicas são servidas para maiores de 21 anos.
Sim, o barco pirata tem banheiro para os passageiros.
Recomenda-se chegar 30 minutos antes do horário marcado para o passeio.
Sim, é família-friendly; as crianças ganham chapéus de pirata e podem ir acompanhadas dos pais ou responsáveis.
Se chegar atrasado e o barco estiver cheio, você será colocado no próximo disponível, conforme a disponibilidade.
O objetivo é usar o barco pirata, mas às vezes outro barco pode ser usado por questões operacionais; o serviço continua o mesmo.
Sim, animais de serviço são aceitos durante o passeio.
Seu dia inclui embarque no Bayside Marketplace com música a bordo, guias locais bilíngues contando histórias enquanto você navega por Star Island e Millionaire’s Row, lanches e bebidas disponíveis sob pedido (incluindo opções alcoólicas para adultos), fotos de lembrança se quiser, banheiro no barco para seu conforto e chapéus de pirata especiais para as crianças — tudo isso com retorno ao Pier 5, onde dá para comer algo ou curtir a vista da Biscayne Bay antes de ir embora.
Embarcamos no barco pirata no Bayside Marketplace — difícil não notar, com tantas crianças usando chapéus de pirata e a equipe já brincando antes mesmo de zarpar. O cheiro de protetor solar se misturava ao aroma de pipoca de uma barraca próxima (peguei um saco para a viagem). Nosso guia, Carlos, começou a contar histórias na hora — sobre a baía, quem poderia morar em cada mansão de Star Island (ele piscou quando alguém perguntou sobre a J.Lo) e como nem tudo que vemos no Instagram é verdade. O barco tinha um som animado, mas dava para conversar numa boa. Tentei fazer meu sobrinho dizer “ahoy”, mas ele só riu e se escondeu atrás do chapéu.
Enquanto passávamos pelas casas gigantes da Millionaire’s Row, eu ficava pensando em como aquela vida parecia tão perto, mas ao mesmo tempo tão distante — quase dava para tocar, mas não era pra gente. A água estava um pouco agitada em alguns trechos e um spray salgado bateu no meu rosto (não me incomodou). Teve um momento em que passamos sob a Venetian Causeway e todo mundo ficou em silêncio, só admirando o skyline se acendendo enquanto as nuvens cobriam o centro de Miami. Não foi planejado, só uma daquelas pausas que ficam na memória. O Carlos apontou quais ilhas foram construídas nos anos 1920 e contou quais tinham festas tão animadas que os vizinhos chamaram a Guarda Costeira. Alguém perguntou se veríamos golfinhos; ele deu de ombros e disse que às vezes eles aparecem para ganhar uns petiscos grátis também.
O passeio terminou de volta no Pier 5, com a música rolando e gente tirando fotos com a equipe (as crianças pequenas estavam orgulhosas com seus chapéus de pirata). Peguei um lanche rápido numa barraca — banana-da-terra frita, quente e deliciosa — enquanto famílias aproveitavam à beira da água. A brisa da Biscayne Bay trazia cheiro de sal e peixe grelhado de algum lugar perto. Me peguei sorrindo sem motivo, talvez porque às vezes Miami parece estar se exibindo só para você.

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