Você vai sentir a hora dourada de Maui na pele enquanto navega rumo ao pôr do sol com um coquetel artesanal na mão. Aproveite petiscos fresquinhos, aviste baleias se tiver sorte, converse com a equipe simpática e curta a vibe relaxada do “pau hana” antes mesmo de pensar no jantar.
Sim, todas as idades são bem-vindas neste passeio ao pôr do sol em Maui.
Sim, o bar aberto premium inclui coquetéis artesanais, vinhos e cervejas locais.
Sim, você vai aproveitar petiscos simples da ilha durante o passeio.
Na temporada de baleias (dezembro a abril), é comum avistar jubartes ao entardecer.
Sim, é necessário apresentar um documento válido para consumo de álcool a bordo.
Você caminha pelo píer e atravessa uma pequena distância até o convés; a equipe ajuda se precisar.
Sim, os banheiros ficam acessíveis por escadas que descem para a cabine.
Sim, há opções de transporte público perto do ponto de embarque.
Sua noite inclui ajuda no embarque com a equipe amigável no porto de Lahaina, bar aberto premium com coquetéis artesanais feitos com bebidas locais, vinhos selecionados e cervejas geladas, petiscos simples da ilha para saborear enquanto navega na hora dourada ao som de música animada ao fundo, além de acesso a um fotógrafo profissional que captura momentos espontâneos durante o cruzeiro ao pôr do sol em Maui.
Já imaginou como é se deixar levar pelo ar da ilha por um tempo? Subimos nesse catamarã grande em Lahaina — alguém da equipe estendeu a mão quando atravessei a pequena distância (fiquei com um pé atrás, mas deu tudo certo). O convés tinha um cheiro leve de sal e protetor solar, e dava para ouvir o bar mexendo gelo. Nosso bartender, Kalani, sorriu e perguntou se queríamos algo “frutado ou forte” — apontei para um drink com lilikoi. Tinha gosto de sol e talvez um pouco de rum a mais. Sem reclamações.
Saímos do porto bem na hora em que o céu começou a ficar rosa e laranja. Tinha música — nada alto demais — e grupos conversando. Algumas crianças grudadas no corrimão, enquanto os pais equilibravam taças de vinho perto. Me peguei só olhando a luz batendo na água. Em um momento, alguém viu um jato de baleia (é a temporada), e todo mundo correu para aquele lado, rindo quando o barco balançou um pouco. Era descontraído, mas especial — como se o happy hour tivesse ganhado uma vibe mais suave.
Provei um pouco de poke de uma bandeja — fresquinho, com molho de soja na medida — e vi o fotógrafo tirando fotos espontâneas de casais que pareciam juntos há anos. O que mais me surpreendeu foi como esqueci do tempo rapidinho; não tinha pressa pra nada. Só aquela brisa leve e risadas enquanto Maui passava banhada em luz dourada. Nem pensamos no jantar até quase chegar no cais — acho que é isso que “pau hana” significa por aqui.
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