Aprenda a escalar árvores antigas em Lopez Island com equipamentos especiais (não precisa ter experiência), guiado por locais que conhecem cada galho e musgo. Sinta o coração acelerar ao subir acima da copa, veja o mar e as montanhas, e compartilhe risadas — e talvez um pouco de nervosismo — com seu grupo pequeno. Não é sobre vencer a altura, mas enxergar a floresta de um jeito novo.
Você pode subir entre 30 e 60 metros nas árvores de Lopez Island, dependendo do seu ritmo e conforto.
Não, nenhuma experiência é necessária; todo o equipamento e instruções são fornecidos antes da escalada.
Você vai escalar uma mistura de raras árvores antigas Douglas fir e árvores de segunda geração em Lopez Island.
Os grupos são pequenos — até seis pessoas por sessão para garantir segurança e atenção personalizada.
Use roupas esportivas com calças compridas que cubram os tornozelos e calçados firmes; espere se sujar.
Não, o passeio inclui apenas o equipamento, orientação e taxa ambiental, sem almoço.
Sim, crianças a partir de 8 anos podem participar, desde que tenham condição física básica.
Se o tempo estiver perigoso por chuva forte ou vento, você poderá remarcar ou receber reembolso total.
Seu dia inclui todo o equipamento profissional de escalada, instrução especializada com guia local que conhece cada canto da floresta, além da taxa ambiental que ajuda na proteção da área — só precisa levar você mesmo (e talvez uma roupa extra) antes de voltar para o chão.
“Você realmente vai confiar nessa corda?” Foi o que eu soltei quando nosso guia, Ben, me entregou o cinto de segurança em Lopez Island. Ele só sorriu e mostrou como funcionavam os ascensores — parecia cena de filme de escalada. A floresta ainda estava úmida da chuva da noite anterior, com um cheiro verde e terroso, quase cortante. Éramos só cinco, trocando piadinhas nervosas enquanto aprendíamos o básico sob aquelas imensas árvores Douglas fir. Eu não parava de pensar: já andei por muitas florestas, mas nunca olhei para cima desse jeito.
Os primeiros puxões no ascensor foram estranhos — como fazer agachamento em câmera lenta, só que pendurado numa árvore. Minhas mãos logo ficaram grudadas de resina e terra. Ben apontou umas manchas de líquen e contou que aquelas árvores antigas são mais velhas que qualquer prédio da minha cidade; ele até sabia quais tinham águias fazendo ninho lá no topo (não vimos nenhuma, mas juro que ouvi asas batendo lá em cima). A uns 25 metros de altura, o vento mudou — ficou tudo silencioso, só o ranger dos galhos e alguém rindo lá embaixo do meu jeitinho “abraça-árvore” de tentar descansar encostado na casca.
Não esperava me sentir tão... pequeno? Mas ao mesmo tempo estranho, conectado. Dá pra ver o brilho do oceano entre as folhagens se olhar de lado — não é uma vista de cartão postal, é real e meio selvagem. Subimos duas árvores naquele dia (alguns fizeram três), cada uma com textura e formato diferente. Teve um momento perto do topo em que o Ben deixou a gente só sentar — sem falar nada, só respirar aquele ar frio lá em cima. Até hoje, quando sinto cheiro de resina de pinheiro na jaqueta, lembro daquele silêncio.
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