Você vai deslizar pelo Lake Austin passando por Mount Bonnell e sob a Pennybacker Bridge neste passeio de barco BYOB — com sua playlist e um capitão local no comando. Prepare-se para risadas com histórias do lago, vistas de mansões (quem sabe até a do McConaughey) e momentos tranquilos onde o Hill Country parece infinito.
O passeio dura cerca de 1,5 hora, incluindo o tempo de navegação.
Sim, você pode levar suas próprias bebidas alcoólicas a bordo, mas não pode entrar com elas nos restaurantes próximos.
A capitã recebe os convidados nos píeres entre o Quince Lakehouse e o Hula Hut — não dentro dos restaurantes.
Sim, crianças são bem-vindas, mas menores de 13 anos precisam estar acompanhadas por um adulto.
O estacionamento é bem limitado; o ideal é usar Uber ou outro serviço de transporte.
Você vai passar por Mount Bonnell, Pennybacker Bridge (Ponte 360), casas do canal Little Venice, Mozart’s Coffee Roasters, Hula Hut, Bull Creek, Laguna Gloria, Holdsworth Center e Austin Country Club.
Você pode tocar sua própria música via Bluetooth ou cabo AUX; às vezes dá pra ouvir música ao vivo em bares à beira do lago, como o Ski Shores Café, enquanto passa.
Sim, o passeio inclui um cooler com gelo e água mineral para todos os convidados.
Sua tarde inclui um passeio de barco totalmente guiado pelo Lake Austin com paradas passando por Mount Bonnell e Pennybacker Bridge; leve suas próprias bebidas (BYOB) enquanto aproveita assentos confortáveis, acesso a caixas de som Bluetooth para suas músicas favoritas, além de cooler com gelo e água mineral — tudo para você relaxar e curtir o ritmo à beira do lago antes de voltar para a margem.
Não esperava começar o passeio de barco no Lake Austin acenando meio sem jeito para dois pelicanos que pareciam donos do píer mais do que qualquer um de nós. A nossa capitã, Sarah, só sorriu e me entregou uma garrafa de água gelada do cooler — disse que eu ia querer antes do sol ficar forte demais. O clima ali já era leve, com gente andando com seus drinques (BYOB aqui é realmente liberdade total) e alguém já mexendo na caixa de som Bluetooth pra tocar um Willie Nelson. Já fiz passeios de barco antes, mas nenhum com essa vibe tão... Austin. É como se todo mundo compartilhasse um segredo relaxado.
Navegamos além do Hula Hut — guarda-sóis coloridos por toda parte — e Sarah apontou para o Mozart’s Coffee Roasters. Ela contou sobre as luzes de Natal malucas que eles fazem; dizem que as pessoas chegam a esperar horas em dezembro só pra tomar café e curtir as luzinhas piscando. O ar tinha um cheiro leve de protetor solar e água do lago, que é estranhamente reconfortante se você cresceu perto de algum rio. Passar por Mount Bonnell foi outra história — claro que você vê fotos, mas ver aquelas falésias de calcário do lago é diferente. Me deu vontade de subir lá da próxima vez só pra apreciar aquela vista aberta lá de cima.
A parte pela “Little Venice” deixou todo mundo em silêncio por um instante — só admirando aquelas casas enormes com barcos estacionados na frente como se fossem carros. Alguém perguntou se o Matthew McConaughey realmente mora ali e Sarah riu (“Ele morava! Mas ainda aparece por aqui às vezes”). Passamos por baixo da Pennybacker Bridge — a ponte 360 — com seu arco enferrujado emoldurando o céu, e tentei tirar foto, mas nada fica tão bonito quanto estar lá. A brisa aumentou justo ali e deu vontade de ficar navegando a tarde toda.
Tivemos um momento perto do Bull Creek onde tudo ficou quieto, só o som das cigarras nas árvores da margem. Sarah deixou a gente ficar ali mais tempo do que o planejado porque ninguém queria sair. Até hoje penso nisso — como, mesmo com aquelas casas luxuosas e lugares agitados, o Lake Austin tem cantinhos onde a natureza ainda parece selvagem.
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