Você vai provar cinco drinks únicos em bares autênticos de Key West (não só os turísticos), experimentar petiscos picantes e tacos fresquinhos entre as paradas, e ouvir histórias de um guia que conhece todo mundo pelo nome. Prepare-se para risadas, novos amigos e talvez umas receitas para levar pra casa.
O tour inclui cinco bebidas artesanais: quatro coquetéis e uma cerveja local.
Sim, são duas degustações: bites de couve-flor asiáticos e um taco à sua escolha.
Não, a maioria das paradas são em bares de bairro fora da Duval, frequentados pelos locais.
Não há transporte; os participantes se encontram em um ponto central 15 minutos antes do início.
O grupo é limitado a 12 pessoas para uma experiência mais íntima.
Sim, o tour é acessível para cadeirantes.
O tour acontece com qualquer tempo; capas de chuva são fornecidas se necessário.
Você pode informar restrições alimentares no campo de Requisitos Especiais durante a reserva.
Sua tarde inclui cinco bebidas artesanais (quatro coquetéis e uma cerveja local), duas degustações — um bite picante de couve-flor e um taco à sua escolha — além de todas as taxas. Você será guiado por um local animado que compartilha histórias e petiscos enquanto caminha entre bares animados fora da Duval Street, em grupos pequenos de até doze pessoas.
"Você já experimentou um Hemingway Daiquiri do jeito que fazem aqui?" Foi assim que nossa guia, Jamie, começou enquanto entrávamos no primeiro bar — ainda era quase meio-dia, mas o calor já fazia minha camisa grudar nas costas. O lugar cheirava a casca de limão e madeira antiga. Ouvi alguém rindo atrás do balcão, não de nós (acho), só de algo que aconteceu antes da gente chegar. Jamie nos entregou copos gelados — rosa claro, azedinho, nada muito doce — e contou sobre os lugares favoritos do Hemingway. Tentei imaginar ele ali sentado, suando no linho.
O tour de drinks artesanais em Key West parecia um passeio pelas memórias de outra pessoa. Saímos da Duval Street depois da segunda parada (aquela com os bites de couve-flor — picantes, crocantes e estranhamente viciantes) e caminhamos por bairros mais tranquilos, onde galos desfilavam pelas calçadas rachadas. Em um momento, perdi a conta de qual drink estávamos — talvez o quarto? — mas Jamie nos guiava contando histórias de bartenders antigos e contrabandistas de rum como se os conhecesse pessoalmente. Ela até me ensinou a dizer “saúde” no dialeto Conch, que… bem, na verdade não é uma língua, mas a gente riu tentando.
Não esperava gostar tanto da cerveja local. Tinha um sabor meio floral e salgado ao mesmo tempo — acho que é o que acontece quando você respira ar do mar o dia todo. Teve um momento no terceiro bar, quando estávamos sentados do lado de fora, que tudo desacelerou: a brisa nas palmeiras, o copo suado na minha mão, alguém tocando violão a um quarteirão de distância. Ainda lembro daquela vista; nada de especial, mas parecia exatamente o lugar onde eu queria estar.
Quando terminamos os tacos naquele lugar que Jamie jurava que já tinha aparecido na TV (“Diners, Drive-ins... algo assim,” ela disse), ninguém queria ir embora. Um casal de Tampa trocou contato com a gente; meu parceiro tentou pedir outra rodada, mas Jamie nos levou com calma para a luz dos postes acendendo na Caroline Street. Então, se você quer um verdadeiro tour de drinks em Key West, com bares locais e histórias de verdade (e comida para não sair cambaleando), esse é o passeio.
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