Você vai remar pelo lago Mendenhall cheio de icebergs com um grupo pequeno e guia experiente, depois fazer uma trilha por terreno rochoso bem perto da geleira na Floresta Tongass, no Alasca. Prepare-se para a natureza pura, histórias locais, lanches e bebidas quentes — e momentos em que só existe o agora.
O passeio inclui cerca de 1 a 2 horas de canoagem e 1 a 1,5 horas de caminhada perto da geleira.
Não, o passeio não permite andar sobre o gelo da geleira; a caminhada é feita na moraine rochosa próxima.
Sim, o transporte do centro de Juneau está incluso na reserva.
Você recebe jaqueta e calça impermeáveis, além de botas à prova d’água; vista roupas quentes por baixo e, se puder, leve camadas extras.
Sim, água engarrafada, lanches e uma bebida quente fazem parte da aventura.
A idade mínima é 12 anos; peso mínimo 40 kg e máximo 110 kg.
A trilha tem cerca de 1 a 2 milhas em terreno íngreme e irregular; é necessário estar em boa forma física.
Não é recomendado para quem tem problemas nas costas ou quadris, lesões na coluna, gravidez ou condições cardiovasculares frágeis.
Seu dia inclui transporte ida e volta do centro de Juneau, todo o equipamento necessário como coletes salva-vidas, capacetes, jaquetas impermeáveis e botas à prova d’água, além de água, lanches e bebida quente — tudo guiado por especialistas que conhecem cada trilha de cor.
Já imaginou o que é ouvir um silêncio absoluto, só quebrado pelo som do seu remo cortando a água? Foi assim que começou nossa aventura no gelo do Mendenhall Glacier — um grupo pequeno, todos agasalhados, deslizando pelo lago enquanto nosso guia, Jamie, apontava onde a geleira costumava chegar. O ar tinha um cheiro frio e cortante, quase metálico, e eu não conseguia parar de olhar para aqueles pedaços azulados flutuando ao nosso redor. Alguém atrás de mim brincou que parecia cena do “Titanic” — rimos, mas remamos com mais cuidado depois disso.
Eu não esperava a grandiosidade de tudo. A Floresta Nacional Tongass é simplesmente… infinita. Cachoeiras rugiam lá longe, à nossa esquerda, borrifando um pouco de névoa no rosto mesmo de longe. Jamie contou histórias sobre ursos negros e águias (vimos uma empoleirada num galho seco, nos observando — ou talvez só julgando minha técnica de remo). Quando chegamos numa praia de pedrinhas, tive que sair meio desajeitado porque aquelas botas impermeáveis não são feitas para andar com elegância.
A trilha perto da geleira foi mais desafiadora do que eu imaginava — pedras soltas que se mexiam sob os pés e musgos que pareciam macios, mas na verdade eram meio elásticos e até estranhamente gostosos de pisar. Jamie me deu um bastão de caminhada depois que quase escorreguei (valeu por não rir). Parávamos sempre para ela explicar como o gelo está recuando rápido; confesso que me senti pequeno, mas de um jeito bom. O vento que vinha da geleira queimava minhas bochechas e ao mesmo tempo me despertava por dentro. Até hoje lembro daquela paisagem: gelo azul brilhando sob o céu cinza, tudo silencioso, só o som distante de estalos vindo lá do fundo da geleira. Não queria ir embora, mas minhas mãos já estavam ficando dormentes.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?