Você vai embarcar num barco estável saindo de Marco Island para explorar as Ilhas Ten Thousand com um guia naturalista — encontrando golfinhos, aprendendo sobre conchas raras em praias intocadas e sentindo a verdadeira paz da natureza da Flórida. Traga curiosidade (e protetor solar) — esse passeio é bem diferente dos roteiros lotados de sempre.
O passeio dura cerca de 3,5 horas.
Sim, você será acompanhado por um Guia Master Naturalista da Flórida durante todo o passeio.
As saídas são diárias às 8h30 e 13h30.
Não há traslado do hotel; é preciso chegar ao ponto de embarque com 20-25 minutos de antecedência.
Sim, é indicado para todas as idades; bebês devem ir no colo de um adulto.
Avistar golfinhos é bem comum, mas não garantido, pois a natureza é imprevisível.
Sim, há opções de transporte público próximas ao local de saída.
Câmera é sempre uma boa, além de protetor solar e água, já que você vai passar bastante tempo ao ar livre.
Seu dia inclui um passeio de 3,5 horas saindo de Marco Island a bordo de um barco grande e estável, guiado por um Master Naturalista da Flórida; você vai explorar praias de ilhas desertas para buscar conchas e observar a vida selvagem — com tempo de sobra para fotos antes de voltar para terra firme.
Até hoje dou risada lembrando de como quase perdi o barco porque fiquei hipnotizado por uma briga de pelicanos no estacionamento — coisa típica minha. Mas enfim, partimos de Marco Island e logo o ar já era diferente, aquele cheiro de maresia forte, mas gostoso. Nossa guia, a Jen, me entregou uma cartela de conchas e disse: “Você vai precisar disso”, e eu achei que era só simpatia até perceber a quantidade absurda de conchas que tem por aqui. É surreal, mas de um jeito maravilhoso.
O barco era maior do que eu imaginava — tão estável que até minha tia (que não é fã de mar) ficou tranquila. Fomos deslizando pelos manguezais, ouvindo uns estalos estranhos embaixo — Jen explicou que eram camarões-pistola. Nunca tinha ouvido falar. Uns vinte minutos depois, os golfinhos apareceram, nadando como se fossem donos do pedaço. As crianças ficaram em êxtase; uma senhora tentou tirar uma selfie e acabou perdendo o chapéu. A guia só ria e continuava mostrando tudo — garças, ninhos de águia-pescadora, essas coisas.
Desembarcamos numa ilha deserta (nem lembro o nome), e parecia que a gente tinha pisado em outro planeta — só nossas pegadas na areia. O chão era fofinho, mas cheio de fragmentos de conchas, e o cheiro era uma mistura de algas com protetor solar das minhas mãos. Jen ensinou como achar conchas “alphabet cone” e explicou por que não se deve pegar as que ainda têm bichinho vivo dentro — achei legal ela se importar sem ser chata. Meu sobrinho achou uma tal de concha oliva e ficou se sentindo milionário.
Na volta, todo mundo ficou mais quieto — talvez cansado, talvez só curtindo o sol. Fiquei olhando Marco Island se aproximar pelos meus óculos manchados de sal e pensando como foi bom esse silêncio com gente que, de repente, nem parecia mais estranha. Não sei se foi por causa dos golfinhos ou só por ficar três horas longe do celular, mas alguma coisa ficou comigo depois que desembarcamos.
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