Você vai sentir o calor vulcânico na borda do Kilauea, provar sabores locais no almoço em Volcano Village e ver tartarugas verdes descansando na praia de areia negra de Punaluʻu. Com transporte em Hilo e um guia local cheio de histórias — desde o rugido úmido das Rainbow Falls até a caminhada pelos antigos tubos de lava — você volta pra casa com muito mais que fotos.
O tour dura meio dia, com cerca de 2,5 horas de deslocamento entre os pontos.
Sim, o almoço está incluso num restaurante em Volcano Village, com opções vegetarianas.
Sim, o transporte inclui busca e retorno em hotéis ou no porto de Hilo.
Sim, é comum encontrar tartarugas verdes descansando na praia de Punaluʻu.
O passeio envolve caminhada moderada e subir cerca de 15 degraus na visita ao tubo de lava.
Sim, o almoço oferece opções veganas, vegetarianas e sem glúten.
Sim, é adequado para a maioria das pessoas, mas não é acessível para cadeirantes por causa dos degraus.
Você vai visitar Rainbow Falls, os jardins Liliʻuokalani e a Praia de Areia Negra de Punaluʻu.
Seu dia inclui transporte de ida e volta em Hilo (hotéis, porto ou Airbnbs), entradas em todos os locais visitados — incluindo o Hawaii Volcanoes Park — paradas para tocar artefatos, degustação de frutas locais frescas durante o trajeto e um almoço sentado num restaurante local com várias opções vegetarianas antes de voltar para casa.
Não esperava começar meu dia em Hilo num jardim que parecia ter saído do Japão, mas lá estávamos — nos jardins Liliʻuokalani, silenciosos, só com algumas crianças correndo entre as árvores banyan. Nosso guia, Kaleo, apontou uma pequena ponte de pedra e contou como aquele jardim foi criado. O ar tinha um cheiro levemente doce, talvez plumeria? Não tenho certeza. Ainda era cedo, e o sol não tinha dissipado a névoa da manhã.
A próxima parada foi Rainbow Falls — uma curta viagem, mas já dava para ouvir a água antes de sairmos da van. Tem um momento mágico quando você chega na grade e vê o spray da cachoeira pegando a luz do sol do jeito certo. Tentei (sem sucesso) capturar o arco-íris na câmera do celular, mas o que ficou mesmo foi o barulho alto e a calma das pessoas que ficavam ali, paradas, por um minuto ou dois. Kaleo contou uma lenda antiga ligada às quedas — algo sobre uma batalha — mas eu estava mais distraído com o som e aquele cheiro úmido de terra.
O principal motivo para eu reservar esse passeio pelo vulcão na Big Island foi o Kilauea. Começamos no centro de visitantes, onde tinham aquelas pedras de lava antigas que você podia tocar — ásperas, com bordas afiadas — e depois fomos até a caldeira fumegante. É estranho ver algo tão enorme ali, soltando fumaça. A caminhada pelo Nahuku (Tubo de Lava Thurston) foi mais escura do que eu esperava; fresquinha por dentro, com ecos dos passos e todo mundo sussurrando sem motivo. O almoço depois disso foi merecido — um peixe grelhado com arroz num lugar aconchegante em Volcano Village (tinha opções vegetarianas também). Até hoje lembro desse prato quando sinto cheiro de gengibre grelhado.
A última parada foi a Praia de Areia Negra de Punaluʻu. A areia é realmente preta — parecida com carvão moído, mas mais macia — e vimos duas tartarugas marinhas descansando perto da beira do mar, como se fossem frequentadoras antigas daquele lugar. Alguém perto de mim ofereceu frutas frescas da caixa térmica (carambola? Não sei o nome certo), que estavam muito melhores do que qualquer coisa que eu já tinha provado em casa. No caminho de volta para Hilo, o clima era de silêncio — cansados, mas felizes, vendo as palmeiras passarem pela janela.
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