Remada pelo selvagem Middle Fork Flathead em Glacier com guia local que conhece cada corredeira pelo nome. Prove sabores frescos do Montana no almoço à beira do rio, sinta o spray gelado no rosto em nove corredeiras, incluindo Bonecrusher, e termine flutuando sob a Old Belton Bridge antes de voltar para West Glacier.
A atividade ocupa quase o dia todo, começando com o check-in às 9h15 e terminando à tarde, após o rafting e o almoço.
A idade mínima é 5 anos e o peso mínimo é 22 kg; não há limite máximo, desde que consiga fechar o colete salva-vidas de 1,47 m de peito.
Sim, um almoço estilo buffet à beira do rio está incluso durante o passeio pelo Middle Fork Flathead.
Não é necessário; os guias dão todas as instruções e fornecem equipamentos de segurança para iniciantes e experientes.
O percurso inclui nove corredeiras nomeadas, geralmente classe II e III, ideais para famílias e quem quer aventura sem muita dificuldade.
A aventura começa perto de West Glacier, segue a fronteira sudoeste do parque pelo Middle Fork Flathead e termina em West Glacier após um curto trajeto de ônibus.
Use roupas que sequem rápido; roupas de neoprene, capas e sapatos para rio são fornecidos gratuitamente conforme o clima e temperatura da água.
O dia inclui todas as taxas, uso completo de roupas de neoprene ou capas se necessário (inclusive sapatos para rio), além de um almoço buffet à beira do rio com ingredientes locais antes do retorno de ônibus para West Glacier.
“Se ouvir eu gritar ‘Bonecrusher!’, só segure firme e confie em mim,” sorriu nossa guia Jamie enquanto embarcávamos no bote à beira de Glacier. Gostei dela na hora — tinha aquela confiança típica do Montana, queimada de sol, e um jeito de deixar até os mais nervosos (eu incluso) tranquilos. O rio era mais barulhento do que eu imaginava, com um cheiro meio gelado, se é que dá pra explicar, e agulhas de pinheiro flutuando. Partimos, remando meio desajeitados no começo, mas isso não importava. O Middle Fork Flathead é rápido, mas não assustador no início — só o suficiente pra despertar.
Ficava pensando em como a água era cristalina contra aquelas paredes verdes enormes do John F. Stevens Canyon. Jamie apontou uma águia-careca voando lá em cima (quase perdi porque estava tentando não perder o sapato). Depois da primeira parte cheia de respingos, paramos para o almoço — um banquete numa ilha de cascalho. Tudo parecia mais gostoso ao ar livre: pão quentinho, tomates com gosto de tomate de verdade. Alguém perguntou sobre os nomes dos rios e Jamie contou como o “Bonecrusher” ganhou esse nome — ela falou como se fosse um velho amigo, nada pra se preocupar.
As corredeiras foram mais diversão do que medo — muita gritaria e risada quando chegamos no Bonecrusher (engoli um pouco de água do glaciar, com certeza). Meus braços ficaram cansados, mas de um jeito bom. Tive um momento flutuando sob a Old Belton Bridge, onde tudo ficou silencioso, só o som da água pingando nas remadas — até hoje lembro dessa vista, céu azul e aquelas vigas de madeira antigas acima da gente. A volta de ônibus para West Glacier levou só cinco minutos, mas queria que durasse mais pra ficar naquele clima um pouco mais.
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