Você vai pedalar uma e-bike pelo Garden of the Gods com um guia local que deixa o clima leve e pessoal. Prepare-se para paradas para fotos nas pedras mais famosas, histórias sobre mares antigos, risadas com nomes difíceis e momentos em que as cores do Colorado te param no meio do caminho.
O passeio cobre vários pontos importantes do Garden of the Gods, com várias paradas; a duração exata pode variar, mas planeje algumas horas.
Sim, o limite de peso para os ciclistas é de 113 kg por questões de segurança.
Não, é para todos os níveis de preparo físico, já que as e-bikes fazem a maior parte do esforço.
Você recebe uma e-bike de qualidade, capacete, água em garrafa grande, protetor solar e a companhia de um guia local simpático.
Sim, há opções de transporte público próximas ao parque Garden of the Gods.
Com certeza — o guia vai ajudar a tirar fotos nos pontos mais bonitos do Garden of the Gods.
Não inclui almoço, mas fornece água; lanches podem ser comprados em paradas como o posto histórico.
O passeio começa no Centro de Visitantes do Garden of the Gods, onde seu guia local te entrega uma e-bike de qualidade, capacete, protetor solar se quiser, e bastante água gelada antes de explorar aquelas formações incríveis de arenito.
Já tinha visto fotos do Garden of the Gods antes, mas, sinceramente, nada te prepara para chegar pertinho dessas enormes pedras vermelhas numa e-bike. Foi uma mistura estranha de empolgação e tranquilidade — talvez porque eu não precisei me preocupar com estacionamento ou suar subindo cada morro (a e-bike fez a maior parte do esforço, graças a Deus). Nossa guia, Jamie, já começou contando piadas antes mesmo de sairmos. Ela distribuiu capacetes e protetor solar como uma mãe no acampamento de verão — só que muito mais divertida.
Na primeira vez que acelerei e passei por um grupo de trilheiros, tentei não parecer convencida. Tem um lugar onde as pedras parecem brilhar num tom laranja contra o céu — a Jamie parou ali e contou que, milhões de anos atrás, toda aquela área era um mar antigo. Ela apontou formas nas pedras (“essa parece um camelo, se você apertar os olhos”, disse) e tirou umas fotos pra gente. O ar tinha um cheiro meio doce — talvez por causa dos arbustos de zimbro? Ou só minha imaginação viajando com tudo que estava acontecendo.
Não esperava rir tanto num passeio de bike. Em um momento, tentamos falar “Kissing Camels” em espanhol (nem pergunte), e a Jamie quase deixou o celular cair de tanto rir das nossas tentativas. Seguimos até a Balancing Rock (que realmente parece que vai tombar a qualquer instante), depois subimos um pouco mais para aquele mirante que todo mundo comenta. A vista te deixa sem palavras por um instante — até hoje lembro dela quando fico preso no trânsito em casa.
No final, minhas pernas estavam cansadas, mas de um jeito bom, nada dolorido. Paramos num antigo posto perto da borda do Garden of the Gods, onde alguém vendia doce de pera espinhosa (comprei um — tem gosto de chiclete com um toque de cacto). Não foi nada sofisticado ou dramático; parecia só estar com amigos que conhecem cada atalho do quintal deles. Se estiver pensando em fazer um passeio de e-bike aqui, vai sem medo — você vai entender o que quero dizer.

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