Descubra o lado selvagem da Flórida neste passeio de um dia pelos Everglades saindo de Fort Myers ou Naples — acelere pelos pântanos de airboat, aviste jacarés em Big Cypress, faça um cruzeiro nas manguezais atrás de golfinhos, almoce em um diner local e explore a história no Smallwoods Store Museum. Prepare-se para momentos reais: risadas, silêncio impressionado e, se tiver sorte, até peixes-boi.
O passeio dura o dia todo, começando por volta das 7h35 com o transporte e retornando no fim da tarde ou início da noite.
Sim, o transporte está incluso para hotéis selecionados em Fort Myers e Naples; caso contrário, o ponto de encontro é no Perkins Restaurant na South Tamiami Trail.
É possível ver jacarés, tartarugas, aves como gaviões-pescadores e às vezes outros animais durante o passeio de airboat pelos pântanos de pond apple.
Sim, o almoço está incluído com mais de 20 opções no cardápio, como hambúrguer, frango, peixe ou saladas em um restaurante local nos Everglades.
Sim, todas as áreas e superfícies do passeio são acessíveis para cadeirantes.
Recomenda-se levar chapéu, protetor solar e óculos escuros; carrinhos de bebê não são permitidos no passeio.
É necessário um nível moderado de preparo físico devido às caminhadas; não é recomendado para quem tem problemas cardiovasculares.
Sim, animais de serviço são permitidos durante a experiência nos Everglades.
Seu dia inclui transporte do hotel (ou ponto de encontro), van com guia naturalista ou biólogo conduzindo cada atividade — um passeio de airboat de uma hora pelos pântanos e brejos do oeste dos Everglades; safari em Big Cypress; almoço em restaurante local nos Everglades; cruzeiro de uma hora entre as manguezais das Ten Thousand Islands em busca de golfinhos ou peixes-boi; entrada no Smallwoods Store Museum; além de uma caminhada pela natureza até uma toca de jacaré em um antigo bosque de ciprestes antes do retorno à cidade.
Não esperava que a manhã começasse com tanto barulho — não de pessoas, mas do motor do airboat rugindo sobre os pântanos de pond apple. O vento batia no meu rosto e eu ficava apertando os olhos contra o sol refletido na água, tentando avistar um jacaré antes do nosso guia. Ele conhecia cada pássaro pelo nome e até apontou uma tartaruga tomando sol em um tronco. Havia um cheiro doce e estranho no brejo (acho que ele falou que era wild bay), e por um instante parecia que estávamos muito mais longe de Fort Myers do que a apenas uma hora de carro.
Depois disso, voltamos para a van e seguimos devagar por um safari em Big Cypress. É difícil explicar o silêncio que reina ali — só o barulho dos pneus no cascalho e uma garrafa de água rolando no chão. Nosso guia contou histórias de antigos caçadores e tradições Seminole, e percebi que nunca tinha parado para pensar quem morava ali antes de virar reserva. O almoço veio logo depois — nada sofisticado, mas sentar em um diner dos Everglades para comer peixe frito e beber chá doce foi perfeito. A garçonete chamava todo mundo de “querido”, o que me fez sorrir.
O cruzeiro pelas manguezais foi mais tranquilo — quase sonolento depois de tanta adrenalina. Navegamos por esses túneis verdes, atentos aos peixes-boi (vimos um!) e golfinhos que surgiam tão perto que dava para ouvir o suspiro deles. O chapéu de alguém voou e todo mundo riu, menos talvez a dona do chapéu. A parada no Smallwoods Store Museum me surpreendeu; o cheiro de madeira velha e poeira, as fotos desbotadas e os objetos que as pessoas realmente trocavam aqui antigamente — não só souvenirs. A última caminhada até a toca dos jacarés foi quente e pegajosa, mas valeu a pena; vimos uma mãe jacaré protegendo seu ninho enquanto libélulas voavam por toda parte. Até hoje lembro do silêncio que caiu antes dela se mexer.
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