Você vai pilotar seu próprio ATV pelas colinas selvagens de East Tennessee — subindo trilhas rochosas, parando para admirar a vista do vale do alto do penhasco e, se estiver a fim, se sujando num lamaçal. Com um guia local à frente e todo o equipamento incluso, é uma aventura que mistura desafio e diversão — daquelas que você lembra toda vez que vê barro nas botas.
Sim, é preciso ter pelo menos 16 anos para participar.
Não, todos os ATVs são para um único piloto — não é permitido passageiro.
O passeio inclui o uso de um ATV e capacete para cada participante.
Não! Os guias ajudam tanto iniciantes quanto pilotos experientes.
As trilhas variam, mas são acessíveis para a maioria; há subidas íngremes e lamaçais opcionais no percurso.
Sim, animais de serviço são aceitos durante a experiência.
Não, não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou no coração.
Seu dia inclui um ATV para um piloto e capacete para cada participante, além da orientação de um guia local que vai te levar por trilhas nas montanhas até vistas panorâmicas do penhasco — e, se quiser se sujar, tem até uma parada opcional num lamaçal pelo caminho.
Vou ser sincero, quase desisti quando descobri que teria que pilotar meu próprio ATV. Nunca tinha feito isso antes — pensei que só iríamos de carona ou algo assim. Mas nosso guia, Marcus, só sorriu e me entregou um capacete. “Você vai pegar o jeito rapidinho,” disse ele, e de algum jeito acabei acreditando. O ar cheirava a folhas molhadas (tinha chovido na noite anterior) e minhas mãos já estavam sujas de lama antes mesmo de começarmos.
A primeira subida foi mais íngreme do que eu esperava — parecia que a máquina me puxava para cima só na força da teimosia. Marcus ficava olhando para trás, gritando dicas sobre como inclinar nas curvas e não brigar com o guidão. Teve um ponto onde dava para ver todo o vale se abrindo lá embaixo — a névoa ainda baixa, os pássaros fazendo aquele barulho típico da manhã. Paramos ali por um minuto, ninguém falando muito, só alguém resmungando baixinho sobre o quanto já tínhamos avançado.
Mais tarde, quando chegamos no lamaçal (totalmente opcional, mas todo mundo se animou a entrar), minhas botas ficaram completamente destruídas. O respingo gelado e cheio de terra subiu pela minha perna — ri tanto que quase desliguei o motor. Aqui não pode levar passageiro, o que, na verdade, deixou tudo mais real; você é responsável por cada solavanco e escorregada. Na descida, Marcus apontou algumas marcas antigas de corte de árvores — disse que o avô dele trabalhou nessas montanhas. Isso ficou comigo por mais tempo do que imaginei.
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