Você vai sentir o coração acelerar enquanto rema pelos rápidos animados do Deschutes River com um guia local. Navegue pelas dramáticas paredes do cânion, troque histórias entre os respingos e depois ria de tudo com um lanche no ponto de encontro. Essa aventura de meio dia é pura energia do Oregon — traga sua turma e veja o que acontece quando você se solta por uma tarde.
É uma aventura de meio dia; reserve algumas horas no rio, além do tempo para check-in no ponto de encontro.
O passeio começa e termina no endereço informado perto de Bend; há estacionamento disponível para seu carro durante o tour.
Sim, cada bote conta com um guia profissional que conduz o grupo pelo rio.
Lanches podem ser comprados na estrutura do ponto de encontro antes ou depois do passeio.
Essa aventura de meio dia é indicada para famílias, amigos ou casais com preparo físico moderado.
Não, o encontro é direto no ponto de partida indicado, onde há estacionamento.
Sim — todos os impostos, taxas do rio e de lançamento estão incluídos no preço.
A estrutura é acessível para cadeirantes; porém, é necessário preparo físico moderado para o rafting.
Seu dia inclui todas as taxas e impostos do rio, além de guia profissional do começo ao fim; basta chegar na nossa base à beira do rio (com banheiros e lanches), estacionar seu carro com segurança enquanto rema pelos rápidos selvagens do Deschutes — e sim, fotos do passeio estão disponíveis para você guardar de lembrança.
Eu não esperava meu coração disparar antes mesmo de entrar na água. O Deschutes River parecia calmo da margem, mas dava para ouvir os rápidos mais adiante — como um aplauso distante. Nosso guia, Mike, me entregou um remo e sorriu como se já soubesse o que vinha por aí. Tentei parecer tranquilo, mas, na real, minhas mãos já estavam meio suadas. O sol brilhava, não estava quente demais, só aquele calor seco típico do Oregon que deixa o ar com um cheiro leve de sálvia.
Remamos e ficou silencioso por um instante, só o som da água batendo no bote. Aí o Mike começou a contar histórias sobre esse trecho do rio — como a galera da região vem aqui depois do trabalho no verão, e como alguns têm suas pedras “da sorte” nas margens (ele apontou uma, mas pra mim parecia uma pedra qualquer). As paredes do cânion subiam ao redor, com tons ferrugem e sombras. Tem algo em flutuar entre aquelas falésias que faz a gente se sentir pequeno, mas de um jeito bom. Me peguei olhando para um gavião que voava lá em cima em vez de prestar atenção nas instruções — opa.
Os rápidos chegaram mais rápido do que eu esperava. De repente estávamos pulando nas ondas, com a água gelada espirrando no meu rosto e todo mundo gritando junto (“Esquerda! Não, sua outra esquerda!”). Era uma bagunça, mas da melhor forma possível — ninguém ligava se você se molhasse todo ou gritasse alto demais. Depois de uma queda grande, acabei tomando um pouco da água do rio (não recomendo), e o Mike só riu dizendo que isso acontece com todo mundo na primeira vez no Deschutes. Até hoje lembro daquele instante em que tudo pareceu desacelerar um segundo antes de passarmos voando.
No final, meus braços estavam bambos, mas daquele jeito gostoso, como depois de nadar o dia todo quando criança. Voltamos para o ponto de partida — o mesmo estacionamento, mas agora todo mundo com o cabelo bagunçado, rosto queimado de sol e sorriso largo. Tem lanchinhos no ponto de encontro se quiser (peguei duas barrinhas de granola sem vergonha). Não sei se foi a adrenalina ou estar ao ar livre com pessoas que viraram amigos do nada, mas sim... eu faria isso de novo amanhã se pudesse.
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