Você vai se sentir em casa no Polynesian Fire Dinner Show em Daytona Beach — desde a recepção com lei até as risadas no buffet e o espetáculo dos campeões mundiais de faca de fogo samoanos iluminando a noite. Música ao vivo, histórias dos anfitriões e a sensação rara de mergulhar em outra cultura sem sair da cadeira.
O bar abre às 17h30; as portas do salão abrem às 18h. Chegue no máximo na hora marcada.
O show acontece na 180 N Beach St, Daytona Beach, FL 32114.
Sim, o ingresso inclui jantar em buffet.
Não há opções vegetarianas específicas, apenas o que o buffet oferece (saladas, legumes).
O evento termina por volta das 20h; reserve cerca de duas horas no total.
O estacionamento gratuito é limitado; recomendamos Uber ou táxi.
Crianças são bem-vindas; menores de 2 anos não pagam se sentados no colo de um adulto.
Há bar com pagamento à parte; chá e água estão inclusos no jantar.
Sua noite inclui entrada no Polynesian Fire em Daytona Beach com recepção tradicional com lei, acesso ao buffet completo (com chá e água), apresentações ao vivo de músicos e dançarinos durante o jantar, além do grand finale com os campeões mundiais de faca de fogo samoanos antes de voltar para a noite da Flórida.
A primeira coisa que percebi foi o peso do lei que colocaram no meu pescoço — não era pesado, só fresco e macio, como se alguém estivesse te recebendo numa festa de família, não num show. O ambiente já estava vibrando, um burburinho baixo de conversas e aquela música que faz você querer balançar o corpo mesmo segurando o prato. Achamos nossa mesa (quase tropecei no caminho — esses leis distraem mesmo) e senti aquele cheiro doce e defumado vindo do buffet. Porco kalua, acho. Ou será que era frango? Difícil dizer com tanta coisa no meu prato.
Nosso guia da noite — ou melhor, nosso anfitrião — não parava de fazer piadas sobre como nunca se acostumou com o ar-condicionado da Flórida depois de crescer em Samoa. Ele ia apresentando cada dança assim que começava, contando um pouco sobre o significado e a origem. Em um momento, perguntou se alguém sabia dizer “obrigado” em havaiano. Alguém atrás de mim gritou “mahalo!” e todo mundo bateu palmas. Tentei falar também, mas acho que falei errado; ninguém ligou.
Não esperava rir tanto durante o jantar (a salada de macarrão estava estranhamente boa), mas quando as luzes baixaram para o show das facas de fogo... tudo ficou em silêncio, só dava pra ouvir o som cortante das lâminas flamejantes girando. O cheiro do óleo queimando e o suor voando dos braços deles dava pra sentir mesmo do outro lado da sala. Foi eletrizante, de verdade — parecia que todo mundo esqueceu do celular por uns bons cinco minutos.
No final, a galera ficou conversando com alguns dançarinos, perguntando sobre as famílias deles lá em casa ou tirando fotos juntos. Saí com o cabelo cheirando levemente a coco e fumaça, e aquela sensação estranha de ter viajado pra um lugar distante por algumas horas. Ainda lembro disso quando escuto ukulele no rádio.
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