Você vai flutuar ao lado de peixes-bois selvagens nas fontes cristalinas de Crystal River, com um guia local mostrando como se mover com cuidado entre eles. Roupa de neoprene e snorkel estão inclusos para seu conforto, além de chocolate quente depois do mergulho. Prepare-se para momentos tranquilos frente a frente com essas criaturas pacíficas — e lembranças que ficam para sempre.
Sim, não há limite de idade e há roupas de neoprene para crianças a partir de 2 anos.
Não, nadadores e não nadadores podem participar; coletes salva-vidas são fornecidos e os guias ajudam todo mundo.
O passeio inclui roupa de neoprene, máscara, nadadeiras e snorkel para todos os participantes.
Não há transporte do hotel; os hóspedes devem chegar ao American Pro Diving Center antes do horário reservado.
Sim, chocolate quente é servido após o mergulho, especialmente gostoso nos dias mais frios.
A duração exata não é informada, mas reserve algumas horas para check-in, passeio de barco, mergulho e retorno.
Sim, quem não quiser nadar pode ficar no barco enquanto os outros fazem snorkel com os peixes-bois.
Sim, todas as áreas são acessíveis para cadeiras de rodas e há assentos especiais para bebês, se necessário.
Seu dia inclui roupa de neoprene completa (do tamanho toddler em diante), máscara, nadadeiras e snorkel para todo o grupo. Um guia profissional acompanha você em cada passo do encontro com os peixes-bois em Crystal River. Chocolate quente é servido após o mergulho, e capitães certificados pela Guarda Costeira dos EUA garantem a segurança durante toda a aventura, antes de você voltar para trocar de roupa ou assistir ao vídeo do passeio no centro de mergulho.
"Eles são maiores do que eu imaginava", meu irmão sussurrou enquanto escorregávamos do barco para a água fria da manhã. O neoprene apertava mais do que eu esperava (não sei se algum dia vou achar que fico legal usando um), mas a empolgação abafava qualquer vergonha. Nossa guia, Michelle, me entregou a máscara com um sorriso — ela cresceu aqui e dava para ver que ainda ama cada segundo desses passeios com peixes-bois em Crystal River. Ela nos lembrou de ir devagar, sem assustar os animais. "Eles são só almas curiosas e tranquilas", disse. Tentei guardar isso na cabeça enquanto meu coração batia forte dentro do neoprene.
A água estava mais transparente do que eu imaginava — a luz do sol dançava nas pequenas bolhas e nas costas largas dos peixes-bois que flutuavam lá embaixo. Um deles subiu tão perto que deu para ver umas manchas de alga no focinho. Por um instante, parecia que o tempo parou; só ouvia minha respiração pelo snorkel e umas risadas abafadas de uma criança perto que vivia embaçando a máscara. Michelle ficou por perto, indicando para onde olhar sem falar muito — só sinais com as mãos e um olhar paciente.
De volta ao barco, alguém distribuiu chocolate quente (que, sinceramente, fica ainda melhor com cabelo molhado e dedos gelados). Assistimos ao vídeo do grupo numa telinha enquanto tirávamos o neoprene — tem algo engraçado em se ver boiando ao lado de um peixe-boi. Tudo foi tranquilo: sem pressa, sem pressão para ser um nadador experiente (meu pai passou metade do tempo flutuando com colete). É difícil explicar o quão suave tudo parecia — talvez por estar perto daqueles gigantes lentos ou pela voz calma da Michelle nos guiando.
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