Você vai passear pelo centro de Colorado Springs com um guia local, provando três tacos diferentes acompanhados de drinks criativos em pontos animados da Tejon Street. Ouça histórias da época da Lei Seca, veja a cidade do alto de um bar no rooftop e divirta-se com chips, queijo e boas risadas. É mais que tacos — é uma tarde cheia de sabor, história e momentos inesquecíveis.
O tour inclui três paradas para degustação ao longo da Tejon Street, no centro de Colorado Springs.
Sim, há opções de drinks sem álcool em todos os locais.
Não, não há serviço de busca; o encontro é em um ponto central no centro da cidade.
Você vai provar três tacos diferentes (um em cada parada), além de chips com salsa ou queijo cremoso e arroz espanhol.
Sim, você vai conhecer marcos como o antigo tribunal do condado e ouvir histórias históricas durante o passeio.
O tour não é recomendado para quem evita laticínios ou glúten; opções vegetarianas podem ser limitadas.
O passeio acontece no fim da tarde até o começo da noite, mas a duração exata pode variar conforme o ritmo do grupo.
Sua tarde inclui degustação guiada de três margaritas ou drinks artesanais da estação (com opções sem álcool, se preferir), três tacos saborosos de diferentes restaurantes no centro, bastante água em cada parada, chips com salsa ou queijo cremoso e arroz espanhol para compartilhar — tudo conduzido por um guia local expert que conta as histórias curiosas de Colorado Springs enquanto caminhamos entre os lugares.
“Sabe, o sino do antigo tribunal tocava a cada hora — enlouquecia minha avó,” sorriu nossa guia Maria enquanto ficávamos perto da torre decorada. Não esperava começar um tour de tacos e drinks falando sobre os tempos do Velho Oeste em Colorado Springs, mas foi assim mesmo. Acabávamos de nos encontrar em frente a esse hotel antigo (construído em 1903, segundo a Maria — ela adora datas) e eu já me sentia acompanhando uma amiga que conhecia cada história da Tejon Street.
A primeira parada parecia saída direto de Tulum — balanços no bar, luz do sol entrando pelas janelas grandes, e o cheiro de tortillas de milho assadas vindo da cozinha. Minha margarita estava na medida certa, com aquele toque salgado na borda. O taco — de massa macia e meio bagunçado — tinha carne de porco defumada e uma salsa que fez meu nariz escorrer (no melhor sentido). Maria riu quando tentei falar “cochinita pibil” — não acertei nem perto. Ela contou sobre a época da Lei Seca aqui; dizem que a criatividade rolava solta nos drinks. Eu não parava de olhar para o Pikes Peak ao longe — é impressionante ver a Montanha da América bem do centro da cidade.
Andamos por becos coloridos pintados para o aniversário do AdAmAn Club (eu nem sabia o que era até a Maria explicar — algo sobre fogos de artifício no Ano Novo). Em cada lugar, provamos um taco diferente e um drink novo — um tinha mezcal com gosto de fumaça de fogueira, outro veio com queijo cremoso e chips que sumiram rápido demais. Entre a segunda e a terceira parada, alguém começou a falar da receita de salsa favorita e, de repente, todo mundo trocando histórias de comida. Ficou animado do jeito certo.
A última parada foi num bar no rooftop onde dava para ver as luzes da cidade piscando enquanto o sol se punha atrás do Pikes Peak. Meu último drink era floral — esqueci o nome, mas combinava com o céu cor de rosa e laranja. Pensei: tem algo especial em comer tacos ao ar livre enquanto estranhos viram amigos contando histórias engraçadas e curtindo comida picante. Até hoje lembro daquela vista lá de cima.
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