Você vai flutuar sobre Colorado Springs enquanto o amanhecer ilumina Pikes Peak e o Garden of the Gods lá embaixo. Com um guia local cuidando de tudo, verá a cidade acordando e até animais pelo caminho — e termina com um brinde de champanhe para celebrar o pouso. É uma experiência ao mesmo tempo tranquila, divertida e emocionante.
O voo dura cerca de uma hora, mas o tempo total, incluindo preparação e pouso, é maior.
Não há transporte do hotel; o ponto de encontro é perto do Memorial Park.
Crianças menores de 5 anos e gestantes não podem voar; passageiros acima de 136 kg precisam comprar um espaço extra.
Você verá Garden of the Gods, Pikes Peak e Memorial Park do alto.
Inclui um brinde com champanhe após o pouso; não há refeições.
Este passeio não é recomendado para quem tem lesões na coluna.
Sua manhã inclui todas as taxas e impostos, acompanhamento de um piloto profissional durante o voo sobre pontos icônicos como Pikes Peak e Garden of the Gods, além do tradicional brinde com champanhe ao pousar com segurança.
Não esperava estar tão alerta às 5h30 da manhã, mas ali, naquele campo frio perto do Memorial Park, vendo o balão ser inflado, parecia que minha mente acordou antes do corpo. O som suave dos queimadores e os rostos sonolentos, alguns enrolados em cobertores, criavam uma atmosfera única. Nosso piloto — Mike, se não me engano — explicava tudo com calma, e quando perguntei se veríamos Garden of the Gods lá de cima, ele só sorriu e disse: “Espere só um pouco”.
A decolagem foi surpreendentemente suave. De repente, o chão desapareceu e Colorado Springs se abriu aos nossos olhos — telhados iluminados por manchas douradas, carros pequenos parecendo brinquedos. O sol bateu em Pikes Peak e por um instante ele parecia até rosa. Alguém apontou para alguns cervos nos campos perto do Garden of the Gods — confesso que teria passado batido se nosso guia não tivesse percebido primeiro. O ar lá em cima tinha um cheiro frio e seco, quase metálico? É difícil explicar, mas ficou na memória.
Depois de cerca de uma hora (perdi a noção do tempo), começamos a descer para um campo enquanto pessoas acenavam de seus quintais. O pouso foi mais turbulento que a decolagem — alguém riu quando o balão inclinou um pouco, mas ninguém se importou. Aí veio o brinde com champanhe; Mike contou que é uma tradição dos balonistas, e isso me fez sentir parte de um clube especial naquela manhã. Tentei dizer “saúde” em francês (não sei por quê) e errei — ninguém ligou. Então, se estiver pensando em fazer um passeio de balão ao nascer do sol em Colorado Springs, eu digo: vá sem medo. Só não espere sair da cesta parecendo elegante.
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