Você vai navegar por Charleston Harbor em um passeio privado com seu grupo, passando por pontos como Fort Sumter e The Battery, enquanto compartilha bebidas e histórias com o capitão. Prepare-se para risadas, brisa salgada, luz dourada do pôr do sol — e uma nova forma de ver Charleston que fica com você muito depois de voltar para terra firme.
O passeio dura cerca de 2,5 horas, incluindo o tempo de navegação.
Sim, é BYOB — traga suas bebidas e petiscos para aproveitar durante o passeio.
Você vai passar por Fort Sumter, Ponte Arthur Ravenel Jr., The Battery e White Point Garden, Castle Pinckney, USS Yorktown e verá a Igreja St. Michael’s de longe.
Sim, o passeio inclui um capitão local dedicado que conta histórias durante o trajeto.
Sim, você ganha taças de plástico para champanhe e copos de lembrança para levar para casa, se quiser.
Sim, água mineral é fornecida para todos a bordo.
O horário dourado, perto do pôr do sol, é o melhor para aproveitar a luz incrível sobre Charleston Harbor.
O barco comporta até 6 pessoas por passeio privado.
Seu dia inclui um passeio privado de 2,5 horas em Charleston Harbor com um capitão local no comando; água mineral para todos; taças de plástico para champanhe e copos de lembrança para levar; além de bastante gelo caso queira para suas bebidas ou petiscos — é só trazer o que preferir para curtir antes de voltar juntos para a costa.
Quase derrubei meu drink quando o capitão apontou para o Fort Sumter — eu já tinha visto nas aulas de história, mas ali, no convés do Esprit de Joy, com o vento bagunçando meu cabelo e o sol se pondo atrás da Ponte Ravenel, tudo parecia diferente. Éramos seis, todos apertados nos bancos acolchoados, rindo alto porque trouxemos nosso próprio vinho (aqui é BYOB, e isso é super bem-vindo) e talvez exageramos na tábua de queijos. Confesso que achei que ficaria meio sem jeito no começo, mas o Capitão Mike só sorriu e começou a contar sobre seu campanário favorito em Charleston — a St. Michael’s — que dá pra ver bem no horizonte se você apertar os olhos.
A vista da Battery parecia quase mágica lá do mar. Sabe aquelas mansões antigas com varandas que parecem não ter fim? Elas ficam ainda mais lindas quando você não está desviando de carruagens ou de pessoas com selfie sticks. O ar tinha cheiro de sal e um toque doce — talvez alguém fazendo um churrasco por perto? Em um momento, o Mike me entregou uma taça de plástico para champanhe (chique, né?) e disse que podíamos ficar com elas de lembrança. Não sei se a minha sobreviveu à mala, mas pelo menos me fez rir.
Navegamos perto do Castle Pinckney e depois passamos por baixo da Ponte Arthur Ravenel Jr. — que é muito maior de perto do que eu imaginava. O tempo todo, o Mike ia soltando curiosidades sobre o apelido de “Cidade Santa” de Charleston e como a Igreja St. Michael’s já enfrentou mais furacões do que ele tem aniversários (palavras dele). A luz ficou dourada e suave quando começamos a voltar para a costa; lembro de desejar que aquele momento pudesse durar um pouco mais. Tem algo em ver Charleston desse ângulo que faz você se sentir em casa, mesmo que só por um instante.
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