Prepare três coquetéis sob o sol de Charleston no Frontier Lounge, enquanto aprende segredos da Lei Seca com anfitriões locais. Risadas fáceis, petiscos salgados e dedos grudados garantidos, além de histórias que ficam muito depois do último gole.
A aula é ao ar livre no Frontier Lounge, no centro de Charleston.
Você vai preparar três coquetéis diferentes durante a aula.
Sim, petiscos básicos salgados e água estão inclusos.
Sim, todas as áreas e superfícies são acessíveis para cadeirantes.
Não, todos os utensílios do bar são fornecidos para uso durante a experiência.
Sim, há opções de transporte público perto do Frontier Lounge.
Não, não é recomendado para gestantes devido ao consumo de álcool.
Sim, é preciso apresentar documento válido para preparar ou consumir os coquetéis.
Sua tarde inclui três coquetéis artesanais que você mesmo prepara com a ajuda dos anfitriões locais no Frontier Lounge, petiscos salgados básicos, água, todos os utensílios necessários e assentos ao ar livre sob cabanas para relaxar entre as rodadas antes de seguir viagem.
Eu já estava na metade do meu primeiro drink quando percebi o quanto estava sorrindo. O Frontier Lounge, no centro de Charleston, fica meio escondido, mas não tanto — é só saber onde procurar. Logan Lucky tinha montado o bar sob aqueles guarda-sóis amarelos, e a luz quente do fim da tarde refletia nos coqueteleiras. Alguém perto estava descascando uma laranja, e o ar trazia aquele cheiro cítrico misturado com um toque herbal do bar. Eu ficava mexendo meu socador, porque, sinceramente, nunca uso um em casa.
Spirit Youngblood (sim, esse é o nome dele) começou a contar sobre a Lei Seca em Charleston — dizem que alguns bares antigos daqui ainda guardam portas secretas daquela época. Ele nos ensinou a fazer um drink com gin e alecrim (esqueci o nome, desculpa), e quando tentei brindar em Gullah, Li do meu lado caiu na risada. Os petiscos chegaram justo quando terminamos de preparar o segundo drink — nada sofisticado, mas bem salgadinho para ajudar a hidratar. A galera conversava sobre seus coquetéis favoritos; um casal discutia qual speakeasy tinha o melhor jazz.
Quando chegamos ao terceiro drink, minhas mãos já estavam pegajosas de suco de limão e eu parei de me preocupar em fazer tudo perfeito. O sol baixava atrás do toldo da cabana e tudo ficou com um tom dourado — talvez fosse só o efeito do whiskey. Nosso guia falou algo sobre “alquimia” e eu pensei que realmente parecia mágica, misturar histórias com bebidas assim. Ainda lembro daquele último gole quando faço um gin tônica sem graça em casa.

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