Comece o dia com transporte saindo de Kona rumo ao norte para voar de tirolesa sobre as florestas de Kohala, atravessar pontes suspensas e descer de rapel em plataformas nas árvores. Nade sob uma cachoeira privada alimentada por nascentes da montanha e aproveite um piquenique com vista para a costa. Risadas, água fresca e histórias do seu guia local — um dia que vai ficar na memória sempre que ouvir o vento nas árvores.
É um passeio de dia inteiro, com saída cedo de Kona e retorno à tarde.
Sim, o transporte está incluso — confira sua confirmação para horário e local exatos.
Use sapatos fechados, leve ou vista roupa de banho e traga uma camada leve ou moletom.
Sim, um almoço estilo piquenique com lanches e bebidas está incluído.
Crianças a partir de 8 anos podem participar; entre 8 e 13 anos devem estar acompanhadas por um adulto na tirolesa.
Sim, o banho na cachoeira está incluído, desde que as condições permitam.
Participantes devem pesar entre 32 e 122 kg; não recomendado para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou cardiovasculares.
O máximo por van é nove pessoas, garantindo uma experiência em grupo pequeno.
Seu dia inclui transporte saindo de Kona, todo o equipamento necessário para o zipline (capacete, luvas, arnês), taxas de acesso às terras privadas em Kohala, capa de chuva se precisar, lanches pelo caminho, bebidas para manter a energia, um piquenique simples com vista para a costa — e sempre um guia naturalista local acompanhando cada passo (e garantindo que ninguém se perca nas pontes).
Já estávamos sacolejando pela estrada saindo de Kona antes mesmo de eu terminar meu café — nosso guia, Kaleo, tinha aquela risada fácil que faz você esquecer que o dia começou cedo. Ele apontava antigas lava flows enquanto seguimos para North Kohala, e no começo eu só metade prestava atenção (desculpa, Kaleo), mas quando ele começou a contar histórias da infância do rei Kamehameha ali, fiquei totalmente ligado. O ar mudou também, ficou mais fresco e com um cheiro doce de gengibre por perto. Lembro de pensar que o verde ali parecia diferente — quase elétrico depois de tanto preto da lava perto de Kona.
E o zipline? Confesso que minhas mãos tremiam quando me prenderam no equipamento. Oito tirolesas, seis pontes bambas (eu contei), um rapel — meus joelhos sentiram bem esse último. Mas voar sobre aquelas árvores foi demais; dava pra ver o oceano piscando entre as folhagens. Em um momento, gritei algo (não dá pra repetir) e o cara atrás de mim soltou um grito de volta. Tem um instante na tirolesa mais longa em que tudo fica em silêncio, só o vento e seu coração batendo — até hoje lembro disso.
Depois, descemos por terraços de pedra antigos — Kaleo disse que eram campos de taro — e seguimos por um caminho enlameado até uma cachoeira escondida entre cipós. A água era gelada a ponto de tirar o fôlego, mas tão cristalina que dava pra ver as pedrinhas no fundo. O almoço foi simples, sanduíches, mas tinham gosto de restaurante cinco estrelas ali em cima, com a costa de Kohala aos nossos pés, cabelo molhado e sol no rosto. Alguém passou um abacaxi fresquinho e ficamos ali, meio em silêncio, o que parecia perfeito naquele momento.

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