Você vai entrar no túnel de vento do iFLY em Baltimore para dois voos de paraquedismo indoor com um instrutor — não precisa ter experiência. Depois de se equipar e aprender o básico, você vai flutuar no ar e ainda levar para casa um certificado personalizado que prova que você encarou essa aventura (e saiu vivo).
A visita completa costuma durar entre 1 e 1,5 hora, incluindo o treinamento e os dois voos.
A idade mínima é 3 anos; menores de 18 precisam da assinatura dos pais ou responsáveis no termo de responsabilidade.
Não precisa ter experiência; todo o treinamento e orientação são feitos por instrutores certificados.
Use roupas confortáveis e tênis com cadarço que sirvam bem; o restante do equipamento é fornecido no local.
Sim, pessoas acima de 136 kg não podem voar; quem pesa entre 118 e 136 kg precisa passar por avaliação da equipe.
Se você tem problemas no pescoço, costas, coração, deslocamento de ombro, está grávida ou usa gesso, não pode voar.
A descrição não menciona fotos ou vídeos; consulte diretamente o iFLY Baltimore para saber sobre essa opção.
Sim, pessoas com esses desafios podem participar; entre em contato com o iFLY para mais informações.
Sua sessão inclui dois voos no túnel de vento vertical do iFLY Baltimore, acompanhamento individual de um instrutor certificado durante toda a experiência, treinamento pré-voo para você saber o que fazer dentro do túnel, uso completo do equipamento como macacão e capacete — e no final? Você recebe um certificado personalizado de conquista para levar para casa e provar que realmente encarou essa aventura.
Confesso que fiquei nervoso ao entrar no iFLY Baltimore. Minhas mãos estavam meio suadas — acho que é normal quando você vai “voar” pela primeira vez, mesmo que seja dentro de um túnel de vento. O lugar tinha aquele som constante do vento, parecido com ficar perto de uma saída de metrô. Nosso instrutor, Marcus, tinha um jeito tranquilo de explicar tudo — ele brincou que a parte mais difícil era lembrar de sorrir para a câmera (eu não consegui). Vestimos aqueles macacões folgados e capacetes que me fizeram parecer um astronauta de desenho animado.
O treinamento foi rápido e direto — basicamente, mantenha o queixo erguido e confie no vento. Quando chegou minha vez no primeiro voo, entrei no túnel e, de repente, o vento me pegou mais forte do que eu esperava. Por um instante, esqueci tudo que o Marcus tinha falado, mas ele fez sinal com as mãos e, de repente, eu estava flutuando. Não caindo, nem voando exatamente — só suspenso ali enquanto o ar rugia ao meu redor. Dá para sentir cheiro de borracha do equipamento e um gosto estranho de adrenalina (será que isso existe?). Minhas bochechas doíam de tanto sorrir.
Depois do segundo voo (que foi mais tranquilo), o Marcus me entregou um certificado com meu nome. Parece bobeira, mas guardei — acho que é a prova de que fiz algo fora da minha zona de conforto. Tinha crianças torcendo umas pelas outras atrás da gente; um garotinho deu high-five em todo mundo depois do voo dele. Até hoje penso em como tudo parecia leve dentro daquele túnel, diferente do mundo lá fora — talvez seja isso que acontece quando a gente se solta por um instante.
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