Você vai deslizar pelas ruas vibrantes de Palma em um Segway com um guia local que conhece cada atalho e história. Treinamento prático, paradas espontâneas na Catedral La Seu e no Museu Es Baluard, além de tempo na orla e na praia dourada. Um passeio leve, cheio de surpresas — e quem sabe você não acaba rindo das suas tentativas de pronúncia.
A duração exata não é especificada, mas o passeio cobre pontos principais como a Catedral, Palácio Real, Museu Es Baluard, Plaça Cort e a orla.
Sim, há uma breve orientação para você se sentir seguro antes de começar o passeio.
Você vai conhecer a Catedral de Mallorca (La Seu), Palácio Real de La Almudaina, Museu Es Baluard, Plaça Cort, Passeig des Born, La Lonja, Parc de la Mar e a praia Ca’n Pere Antoni.
Sim — o treinamento é oferecido e qualquer nível de preparo físico pode participar, desde que pese menos de 118 kg.
Não, o foco é explorar ao ar livre com comentários do guia, sem entrada nas atrações.
Não há transporte incluso; mas opções de transporte público ficam próximas.
Sim, capacetes são fornecidos para garantir sua segurança durante todo o trajeto.
Não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas cardiovasculares.
O seu dia inclui treinamento prático no Segway com um guia local profissional que vai te levar pelo centro histórico e orla de Palma. Capacetes são fornecidos para sua segurança durante todo o passeio; o seguro também está incluído para que você aproveite cada parada sem preocupações, retornando ao ponto inicial com tranquilidade.
Quase desisti quando vi os Segways alinhados na frente da loja — pareciam bem mais difíceis do que eu imaginava. Mas nossa guia, Marta, só sorriu e me entregou um capacete. “Não pense demais,” ela disse. Depois de cinco minutos meio desajeitados dando voltas na Plaça Cort (desviando de uma criança correndo atrás de pombos), peguei o jeito. Dizem que a oliveira da praça é mais velha que muitos países. Dá até pra tocar na casca retorcida — um momento que te conecta antes de sair ziguezagueando pelas ruelas de Palma.
Quando chegamos pela primeira vez na Catedral de Mallorca, a luz do sol refletia nas enormes rosáceas. Marta contou que os locais a chamam de “La Seu” — a voz dela ecoou um pouco enquanto parávamos na sombra. Um leve cheiro de incenso vinha de algum lugar lá dentro, misturado com a brisa do mar que vinha do Parc de la Mar logo abaixo. Parávamos sempre que algo chamava atenção; no Museu Es Baluard, tentei falar o nome em catalão e desisti no meio do caminho (Marta riu). Os Segways faziam um zumbido suave enquanto ela apontava grafites que aqui são arte autorizada — nada do que eu esperava.
Seguimos pelo Passeig des Born, onde todo mundo parecia estar tomando café ou só observando o movimento. É engraçado como você passa rápido da pedra medieval para as palmeiras e, de repente, está na areia dourada da praia Ca’n Pere Antoni. O passeio pela orla é tranquilo, mas se o vento sopra da baía, dá até pra sentir o sal nos lábios. Em um momento, meu amigo quase bateu em um grupo tirando selfie — nada aconteceu, só uns adolescentes espanhóis rindo da gente.
Quando voltamos passando pela La Lonja e pelo Palácio Real de La Almudaina, percebi que nem tinha pensado no celular ou tirado muitas fotos. Só estar ali, andando por Palma assim — sol no braço, Marta contando histórias de reis e artistas — parecia mais real do que qualquer ingresso de museu. Ainda fico pensando naquela oliveira de vez em quando, vai entender.
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