Você vai começar seu mergulho iniciante em Gran Canaria com um guia local super amigável e um grupo pequeno para atenção extra. Aprenda o básico em águas rasas antes de explorar peixes coloridos e até arraias. O transfer do hotel está incluído para você só se preocupar em respirar debaixo d’água pela primeira vez.
Sim, é feita especialmente para quem nunca mergulhou antes.
A experiência completa dura cerca de meio dia, do pickup até o retorno.
Sim, buscamos e levamos você do seu hotel nas cidades costeiras do sul.
Você pode encontrar peixes-papagaio, peixes-trombeta, arraias, barracudas e outras espécies coloridas.
Todo o equipamento necessário está incluso na sua reserva.
A idade mínima é 10 anos.
Algumas condições de saúde exigem liberação médica; todos preenchem um questionário antes do mergulho.
Seu dia inclui transfer de ida e volta do hotel nas cidades costeiras do sul de Gran Canaria, todo o equipamento de mergulho, acompanhamento de um instrutor PADI experiente em grupos pequenos, seguro durante a atividade e muitos incentivos (além de lanchinhos pós-mergulho) antes de voltar para seu hotel.
Já estávamos quase vestidos com nossas roupas de neoprene quando percebi o sabor salgado do ar perto de Puerto Rico — não era só a brisa do mar, mas algo mais intenso, quase metálico. Nossa guia, Marta, sorriu da minha tentativa desajeitada de fechar o zíper (disse que isso acontece com todo mundo). A van do hotel até o ponto de mergulho foi rápida, uns 20 minutos no máximo, e ela escolheu o lugar naquela manhã, de acordo com as correntes. Nem esperava me sentir tão bem cuidado antes mesmo de entrar na água.
O briefing foi até divertido — nada daquelas palestras chatas de segurança que a gente nem presta atenção. Marta nos mostrou como limpar a máscara e os sinais de mão para “tudo bem” ou “preciso de ajuda”. Ela contou sobre o pânico no primeiro mergulho dela (confesso que ajudou a relaxar), e depois praticamos numa água tão rasa que meus joelhos batiam na areia. A máscara parecia estranha no começo — apertada e meio plástica — mas depois de algumas respirações, só conseguia ouvir o som das minhas bolhas.
Quando finalmente fomos mais fundo, vi um peixe-papagaio passar rápido e quase esqueci de continuar chutando. A luz lá embaixo era diferente — mais suave, com tons azul-esverdeados. Teve um momento em que uma arraia deslizou por baixo da gente e a Marta bateu de leve no cilindro para a gente olhar sem se mexer demais. Acho que fiquei até meio bobo acenando para um peixe-trombeta (será que eles veem isso?), mas ninguém ligou. Depois, na praia, a Marta distribuiu biscoitos e rimos de quem teve mais dificuldade para calçar as nadadeiras. Meu cabelo ficou com cheiro de mar por horas.
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