Você começa em águas calmas de Caleta de Fuste, com um grupo pequeno e um instrutor local paciente guiando cada passo. Prepare-se para pernas bambas no começo, muita orientação e risadas enquanto aprende o básico do stand up paddle. No final, vai sentir aquela emoção tranquila de deslizar em pé sobre as águas claras do Atlântico — uma lembrança que fica por muito tempo.
Sim, é feito especialmente para quem nunca praticou antes.
A aula tem duração de 1 hora e 30 minutos.
A aula é na praia de Caleta de Fuste, em Fuerteventura.
Sim, você será acompanhado por um instrutor certificado.
Sim, todas as pranchas e materiais estão incluídos no preço.
O máximo é quatro participantes por instrutor.
Sim, todos os participantes devem saber nadar.
A idade mínima é 8 anos.
Sim, há opções de transporte público perto da praia de Caleta de Fuste.
Sua aula inclui todo o equipamento necessário de SUP e materiais, além do acompanhamento de um instrutor local certificado durante a aula de 1h30 em águas calmas na praia de Caleta de Fuste.
A primeira coisa que percebi foi o som da água batendo na prancha — não alto, só um leve toque que me fez notar como o mar em Caleta de Fuste é calmo e cristalino. Nunca tinha experimentado stand up paddle antes, então minhas pernas tremiam enquanto carregávamos as pranchas até a beira do mar. Nosso instrutor, Javier, sorriu e falou algo em espanhol sobre “equilibrio” (equilíbrio), o que nos fez rir, porque, sinceramente, nenhum de nós tinha muito no começo.
Começamos ajoelhados, remando com um movimento suave na água. O sol já estava quente, mas uma brisa salgada do Atlântico deixava tudo agradável. Javier mostrou como segurar o remo — ele ajeitou minhas mãos e assentiu quando acertei. Éramos só três no grupo, o que deixou tudo tranquilo, sem pressa. Em um momento, uma criança acenou da praia e quase perdi o equilíbrio ao retribuir — ainda não sei se ele estava torcendo ou só achando graça das minhas tentativas.
Não esperava sentir tanta paz quando finalmente fiquei em pé. A água aqui é tão parada que dá para ver os dedos dos pés, e por um instante tudo ficou silencioso, só os pássaros no céu e alguém rindo atrás de mim (acho que caiu na água). Remamos devagar, aprendendo a virar sem perder o controle — mais difícil do que parece. Meus braços cansaram mais rápido do que imaginei, mas, para ser sincero, gostei daquela dor depois. É uma sensação estranhamente boa.
Depois, ficamos sentados nas pranchas enquanto Javier contou que o SUP veio da Polinésia — ele até tentou ensinar uma palavra para remo, mas eu acabei falando tudo errado. Ele só riu e deu de ombros, como se fosse normal. A aula durou cerca de uma hora e meia, mas passou voando. Ainda lembro daquele momento em que fiquei em pé pela primeira vez, sentindo que talvez eu realmente conseguisse praticar esse esporte.

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