Comece seu passeio pela Costa Brava em Girona respirando o ar do mar acima das vilas à beira do penhasco, caminhe pelas ruas medievais de Pals e Peratallada, suba às muralhas do castelo de Begur ouvindo histórias de piratas e termine garimpando cerâmicas em La Bisbal d’Empordà — tudo com um guia local que conhece cada atalho e mirante secreto.
O passeio dura o dia todo com várias paradas, incluindo Calella de Palafrugell, Llafranc, Begur, Pals, Peratallada e La Bisbal d’Empordà.
O transporte é feito em van com ar-condicionado, mas não especifica busca no hotel; a saída é da cidade de Girona.
Não estão incluídas refeições; você terá tempo livre para comprar comida durante as paradas nas vilas.
Sim, crianças podem participar se acompanhadas por um adulto; cadeirinhas para bebês estão disponíveis mediante pedido.
O grupo é limitado a 7 pessoas para garantir uma experiência mais personalizada.
O passeio é indicado para todos os níveis de preparo físico; espere caminhar por terrenos irregulares nas vilas medievais.
Você visitará Pals e Peratallada durante o roteiro.
Sim, há uma parada em La Bisbal d’Empordà para visitar lojas de cerâmica e artesanato.
Seu dia inclui transporte confortável em van com ar-condicionado saindo da cidade de Girona, com um guia local amigável conduzindo seu grupo pequeno (até 7 pessoas). Você vai caminhar por trilhas costeiras entre Calella de Palafrugell e Llafranc, subir às muralhas do castelo de Begur, explorar os bairros medievais de Pals e Peratallada e ainda visitar lojas de cerâmica em La Bisbal d’Empordà antes de voltar.
A primeira coisa que lembro é o cheiro do mar — fresco e salgado, mesmo antes de deixarmos Girona para trás. Nossa guia Marta nos esperava ao lado da van (acenou como se nos conhecesse há anos) e em meia hora já estávamos serpenteando por estradas onde o mar aparecia entre os pinheiros. Calella de Palafrugell foi nossa primeira parada. Casinhas brancas, senhores varrendo as calçadas, o aroma de café saindo de um barzinho minúsculo. Tentei pedir algo em catalão — Marta sorriu do meu sotaque, mas deixou eu me virar do jeito que dava.
Ao caminhar pela trilha de Calella até Llafranc, só se ouve o barulho dos próprios passos no cascalho e o chilrear das gaivotas no céu. Os penhascos despencam tão de repente que dá até vertigem se você ficar olhando muito tempo. No farol de Sant Sebastià, ficamos todos em silêncio por um minuto, sem falar nada. A costa da Costa Brava se estende até onde a vista alcança — recortada e brilhante sob o sol da manhã. Não esperava me sentir tão pequena e tão viva logo cedo assim.
Begur foi a maior surpresa. As casas indianas — cores pastel, palmeiras na frente — pareciam cenário de outro mundo. Marta contou como aquelas famílias voltaram de Cuba com dinheiro novo e grandes sonhos; eu quase conseguia imaginar elas atrás das janelas com persianas. Subimos até o castelo de Begur (o vento quase levou meu chapéu) e ela apontou onde os navios piratas apareciam séculos atrás. É curioso o que fica na memória: a pedra quente sob minha mão, o silêncio que tomou conta quando chegamos ao topo.
Pals e Peratallada pareciam ter saído de um filme — vielas estreitas entre muros de pedra, vasos de flores por todo lado, gatos fugindo antes que você pudesse dizer oi. Em Peratallada, parei para passar a mão numa antiga muralha do fosso; era áspera e fria mesmo com o sol da tarde. Terminamos em La Bisbal d’Empordà, explorando lojas de cerâmica (comprei uma caneca torta que sempre me faz sorrir). Nesse passeio saindo de Girona não há pressa — só a sensação de que cada canto tem sua história, basta desacelerar para perceber.
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