Explore os vales rústicos da Costa Blanca com um guia local, passeie pelas ruas de pedra de Guadalest e refresque-se nas cachoeiras de Fuentes del Algar. Histórias reais, ar puro da montanha e momentos para guardar na memória, não só para fotos.
É um passeio de dia inteiro com paradas em Guadalest e Fuentes del Algar.
Sim, há opções flexíveis de retirada; confira os detalhes ao reservar.
Sim, todas as taxas e entradas estão incluídas no preço.
Sim, é indicado para todas as idades e níveis de preparo; cadeirinhas para bebês estão disponíveis.
Sim, você pode nadar nas piscinas naturais de Fuentes del Algar.
Um guia local multilíngue dirige e conta histórias durante todo o dia.
Sim, animais de serviço são bem-vindos neste passeio.
Sim, há opções de transporte público próximas para facilitar o acesso.
Seu dia inclui todas as taxas e entradas, além de um guia local multilíngue que dirige e compartilha histórias. A retirada é flexível conforme seu local de hospedagem, para você não se preocupar em voltar depois de explorar Guadalest ou relaxar nas cachoeiras de Fuentes del Algar.
Vou ser sincero, quase perdemos o começo porque não achava meus óculos escuros (coisa clássica), mas nosso guia só sorriu e falou: “Relaxa, aqui é horário espanhol.” A van já tinha aquele cheirinho de protetor solar e poeira — de um jeito estranho, até aconchegante. Saímos de Benidorm com a música baixinha, janelas entreabertas pra sentir o ar seco da manhã no braço. O Pablo, nosso guia, ia trocando entre inglês e espanhol numa boa. Ele apontava para os amendoeiras e contava como o vale é cultivado há séculos — nunca tinha parado pra pensar na história que essas colinas silenciosas guardam.
A palavra-chave aqui é “passeio off road Costa Blanca”, mas não parecia nenhum passeio comum. Quando chegamos em Guadalest, a vila simplesmente apareceu do nada — empoleirada numa pedra, como se guardasse algum segredo. As pedras sob os pés estavam quentinhas e irregulares; dava pra sentir o cheiro de café vindo de um barzinho onde dois velhinhos discutiam futebol (acho eu). Pablo nos guiou por becos estreitos, contando histórias dos mouros que construíram o lugar há mais de mil anos. Tentei falar “Guadalest” com o sotaque certo — ele riu e disse que eu parecia francês.
Depois, seguimos para Fuentes del Algar. O calor aumentou no caminho; as cigarras cantando tão alto que era preciso falar mais alto. O ar mudou perto das cachoeiras — ficou fresco e com aquele cheiro verde que só tem perto da água. Alguns se jogaram na água (gelada de verdade, sem brincadeira), outros só ficaram sentados nas pedras vendo as flores cor-de-rosa balançando na brisa. Teve um momento em que todo mundo ficou em silêncio, só o som da água caindo no fundo — até hoje lembro desse silêncio.
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