Você vai passear pelo famoso Mercado La Boqueria em Barcelona escolhendo ingredientes fresquinhos com uma chef local, depois aprender a fazer paella e sangria numa aula prática e animada. Compartilhe tapas e histórias ao redor da mesa enquanto cozinha junto. Saia cheio de comida (e talvez de amigos novos), com receitas para repetir em casa.
Sim, inclui uma visita guiada para escolher ingredientes no Mercado La Boqueria, exceto aos domingos e feriados.
As aulas começam às 11:00 ou 19:00, dependendo da sua escolha na reserva.
Sim, há opções vegetarianas e de frango além da tradicional de frutos do mar.
Sim, você vai degustar tapas, sua paella feita por você, sobremesa e bebidas durante a aula.
A aula termina na Carrer de Sant Gil, 4 Bis, em Ciutat Vella — cerca de 9 minutos a pé do Mercado La Boqueria.
Sim, famílias são bem-vindas; bebês e crianças pequenas podem participar com carrinhos.
Sangria e vinho tinto estão incluídos para adultos; também há opções sem álcool.
Sim, todas as receitas são entregues para você poder repetir tudo depois.
Seu dia inclui todas as bebidas — sangria, vinho, água — além de instrução prática com uma chef local enquanto escolhe ingredientes no Mercado La Boqueria (exceto domingos e feriados), faz tapas e sangria juntos na cozinha, prepara sua paella (frutos do mar, frango ou vegetariana), desfruta da sobremesa e recebe receitas impressas antes de voltar a explorar Barcelona.
Eu não esperava que o barulho do La Boqueria soasse como música — vendedores chamando, alguém cortando jamón tão fino que dava para ver através, e o cheiro marcante de laranjas misturado com o aroma salgado das bancas de frutos do mar. Nossa chef, Marta, nos chamou perto de uma pilha de tomates que pareciam perfeitos demais para serem verdade. Ela me entregou um e disse: “Cheire — isso é verão.” Eu cheirei. Era mesmo. Escolhemos pimentões e açafrão juntos, eu tentando disfarçar que não fazia a menor ideia do que estava fazendo (spoiler: não fazia).
A caminhada de volta para a cozinha deles eram só alguns quarteirões, mas parecia um botão de reset — saindo do caos para um espaço claro, com aventais pendurados em cada cadeira. Começamos com sangria (sim, às 11 da manhã, o que parecia meio errado e ao mesmo tempo muito certo). Marta deixou a gente amassar as frutas; a minha ficou cheia de fatias de laranja porque me distraí falando de futebol com outro viajante de Manchester. Tinham pratinho de pan con tomate e queijo — salgados, doces, sumiram rápido demais.
Eu nunca tinha feito paella antes. Achei que seria mais difícil. Marta explicou cada passo com uma calma que fazia parecer que qualquer um conseguiria — mesmo quando meu arroz grudou um pouco, ela deu de ombros e falou: “Isso é sabor.” O açafrão foi o primeiro cheiro que senti quando misturamos, depois o vapor subiu com um calor terroso que fez todo mundo parar de falar por um segundo. Até hoje lembro desse aroma.
Comemos juntos numa mesa grande — estranhos uma hora atrás, agora discutindo se paella de frango ou frutos do mar é melhor (frutos do mar ganhou por um voto). Alguém tentou falar “gràcies” direito; Marta riu tanto que quase derrubou o vinho. A sobremesa foi um bolo de amêndoas polvilhado com açúcar, que parecia algo que sua avó faria se ela morasse na Espanha. No fim, recebemos as receitas impressas — a minha já estava toda amassada de tanto que dobrei para guardar na bolsa.
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