Viva o lado selvagem da Escócia neste passeio em grupo pequeno saindo de Glasgow: caminhe por ruas floridas em Luss, ouça histórias marcantes no vale enevoado de Glencoe e prove frutos do mar fresquinhos no porto de Oban. Com um guia local que compartilha lendas (e piadas), cada parada é única — nada engessado ou corrido.
O passeio dura cerca de 10,5 horas, incluindo paradas regulares para descanso.
Não, o almoço não está incluído, mas você terá tempo livre em Oban para comprar frutos do mar locais ou outras refeições.
Não inclui transporte do hotel; você precisa chegar ao ponto de partida em Glasgow por conta própria.
Crianças menores de 5 anos (incluindo bebês que não precisam de assento) não podem participar deste passeio.
Você visitará a vila de Luss, a cidade de Inveraray, o Castelo de Kilchurn, o vale de Glen Coe e terá tempo livre em Oban.
Sim, um guia local que fala inglês acompanha o grupo durante toda a viagem.
Sim, há opções de transporte público próximas, mas planeje um tempo extra para o check-in.
Seu dia inclui transporte em veículo com ar-condicionado e um guia local que fala inglês, conduzindo seu grupo pequeno pela vila de Luss, cidade de Inveraray, paradas para fotos no Castelo de Kilchurn, paisagens dramáticas de Glen Coe e tempo livre em Oban para explorar ou provar frutos do mar frescos antes de voltar a Glasgow à noite.
Sempre ouvi falar das Highlands Ocidentais como se fossem uma lenda, então quando finalmente reservei esse passeio de um dia para Glencoe e Oban saindo de Glasgow, só esperava uma boa escapada. Nem imaginava que ia começar a sorrir tão cedo — mal saímos da cidade e nosso guia (Jamie, um contador de histórias nato) já apontava pequenos lagos e contava sobre clãs que brigavam por terras há séculos. O ar mudou quando chegamos em Luss; parecia até outro cheiro — mais puro? Talvez fossem as flores na frente das casinhas. Tentei tirar uma foto, mas a lente embaçou com o frio da manhã. Tem algo de silenciosamente perfeito em ver os moradores abrindo suas lojas enquanto o Loch Lomond fica lá, tranquilo.
Depois seguimos para o norte, passando por ovelhas que pareciam ter opinião própria sobre o trânsito. Inveraray me surpreendeu — casas caiadas de branco alinhadas como se fossem parte de uma pintura, e dava para sentir o cheiro do mar no Loch Fyne antes mesmo de ver a água. Jamie contou que a cidade foi planejada por um duque que queria tudo do jeitinho dele (acho que até os nobres escoceses tinham seus caprichos). Andamos um pouco, tomamos café num lugar onde o dono chamava todo mundo de “hen”, e depois seguimos para o Castelo de Kilchurn. Parecia meio sonho, ali no meio do lago — pedras cobertas de musgo, reflexos por toda parte.
A parte que todo mundo comenta é Glencoe, e sim... é difícil explicar sem parecer exagero. As nuvens estavam baixas naquele dia, quase tocando os picos. Jamie parou o carro pra gente descer; o silêncio era só o vento no capim e o barulho das botas no cascalho. Ele contou sobre o massacre que aconteceu ali — pesado — mas dava para entender por que o lugar fica na memória. Até hoje penso naquela vista quando o barulho da cidade me cansa.
Oban foi como acordar de novo depois de toda aquela paisagem dramática. Tivemos tempo livre para passear pelo porto (as gaivotas são barulhentas, viu) e acabei experimentando uma sopa de haddock defumado num lugarzinho à beira da água. Nada sofisticado, mas perfeito depois de horas na estrada. Alguns subiram na McCaig’s Tower para fotos; eu fiquei sentado no muro à beira-mar com minha sopa até a hora de voltar. Então, se estiver pensando em reservar esse passeio de um dia de Glasgow para Glencoe e Oban... não espere que tudo saia certinho ou pareça cartão-postal — e talvez seja melhor assim.
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